<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817</id><updated>2012-01-23T14:25:59.311-02:00</updated><title type='text'>INTELIGÊNCIA POLICIAL</title><subtitle type='html'>Publicação de textos e artigos de natureza policial, inteligência, tecnologia, operações de informação e gestão do conhecimento.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>29</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-64313901849641527</id><published>2011-12-23T01:13:00.002-02:00</published><updated>2011-12-23T11:57:54.539-02:00</updated><title type='text'>A DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa definição geral, disseminação significa propagação, distribuição. Nesse sentido, palavras, frases, letras, sinais ou gestos interpretam, cada um à sua maneira, a rede de mensagens anteriores que disseminam e tentam influir sobre o significado das mensagens futuras por meio da comunicação. Um sistema de comunicação é uma teia de relações e a distribuição da informação em rede. O conhecimento como rede tem sido a metáfora mais adequada para o conceito de fluxo de massa de informações. O que verdadeiramente interessa é que elas transitem, cresçam, aperfeiçoem-se na interconexão e sejam colocadas à disposição no momento certo, para as pessoas certas, na medida adequada para nos ajudar a resolver questões específicas (LEVY, 1993).&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O processo de formação de redes organizacionais pode ser visto como a criação de laços flexíveis que permitem aos indivíduos e organizações atuar de forma ágil, trocando informações e se ajudando mutuamente. É importante ressaltar que foi a evolução tecnológica que possibilitou a constituição de redes, quebrando as barreiras à livre circulação de informações (FERNANDES, 2004).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A quantidade de informações existentes em organizações policiais que pode ser transformada em conhecimento é imensa. Por isso mesmo, é fácil perceber que o foco da questão, nos dias atuais, não é mais a quantidade de informação produzida, mas sim a qualidade e a abrangência da informação e a estrutura de comunicação que permite seu aproveitamento pela organização. A comunicação e a estrutura da informação referem-se à condição de transformar a imensa massa de informações, em escala multidimensional, agregando valor à atividade para gerar conhecimento pertinente. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OPw9p_iQsS8/TvPxtPCyQqI/AAAAAAAAAQ8/dv8qaa9p8BY/s1600/CONEXO%257E1.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" rea="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-OPw9p_iQsS8/TvPxtPCyQqI/AAAAAAAAAQ8/dv8qaa9p8BY/s200/CONEXO%257E1.JPG" width="154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir do uso das técnicas de análise de vínculos na investigação criminal, a comunicação implica numa estrutura de movimento informacional no tempo e espaço, sem barreiras. A comunicação estende suas ligações em forma de tentáculos num ambiente distribuído de conhecimentos. Portanto, numa dimensão coletiva, a estrutura de informação na comunicação refere-se ao compartilhamento, na medida em que cada nova informação e conhecimento acumulado (como se fosse um cérebro) promove novo conhecimento compartilhado para todos e promove uma interação dos demais setores de investigação criminal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A necessidade de interação com o movimento das informações nos remete a ideia e dimensão de ciberespaço, como na forma do hipertexto, considerando aqui os aspectos de organização de conhecimentos, dados, informações e comunicação de forma não linear (FACHINELI, RECH, MATTIA, 2005). Neste ponto de vista, o hipertexto é um dispositivo de representação e de comunicação que pode ser utilizado como metáfora para a compreensão do processo comunicacional e funcionamento do sistema em rede da organização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desta forma, numa organização policial a comunicação produz um universo de sentido circular da comunicação, ou seja, cada informação ou cada conhecimento novo gerado estimula toda a rede da organização policial e contribui para a remodelação da rede.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Participar de uma rede organizacional envolve, portanto, algo mais do que apenas trocar informações a respeito dos trabalhos que um grupo realiza isoladamente. Estar em rede significa comprometer-se a realizar conjuntamente ações compartilhadas anexando valor e atuando de forma flexível, transpondo, assim, fronteiras geográficas, hierárquicas, sociais ou políticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Partindo das ideias de ações compartilhadas, redes são sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições, de forma democrática e participativa, em torno de causas afins. Estruturas flexíveis e estabelecidas horizontalmente, as dinâmicas de trabalho das redes supõem atuações colaborativas e se sustentam pela vontade e afinidade de seus integrantes, caracterizando-se como um significativo recurso organizacional para a estruturação social (OLIVIERI, 2003).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerando o contexto da investigação criminal, a comunicação produz uma malha e tráfego de informações compartilhadas, ao mesmo tempo em que contribui para a compreensão dos processos investigativos inerentes ao fenômeno criminal como um todo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A constituição de uma teia de relações em torno de objetivos comuns e fortemente compartilhados, articulada para a concretização de atividades diversas e mutáveis, amplia o campo de ação&amp;nbsp;policial e gera uma potencialização da atividade investigativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;LEVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: O Futuro do Pensamento na Era da Informática. Editora 34. 13ª Edição em 2004. São Paulo. 1993.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FERNANDES, Karina, Ribeiro. Constituição de redes organizacionais como nova forma de gestão das organizações do terceiro setor. Mestrado em Administração de Empresas na Universidade Federal de Santa Catarina. 2004. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FACHINELLI, A. C., RECH J. e MATTIA, O. M. A Dinâmica da Informação na Comunicação Organizacional: A Perspectiva do Hipertexto e da autopoiese1. Universidade de Caxias do Sul (UCS). 2005. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OLIVIERI, Laura. A importância histórico-social das Redes. Rede de Informações para o Terceiro Setor, jan/2003.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-64313901849641527?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/64313901849641527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=64313901849641527' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/64313901849641527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/64313901849641527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2011/12/disseminacao-da-informacao.html' title='A DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-OPw9p_iQsS8/TvPxtPCyQqI/AAAAAAAAAQ8/dv8qaa9p8BY/s72-c/CONEXO%257E1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-9002991748696805960</id><published>2011-11-02T00:09:00.007-02:00</published><updated>2011-11-21T14:36:21.671-02:00</updated><title type='text'>A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DA MODERNIDADE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Investigação criminal é um conjunto de procedimentos para o esclarecimento de fato delituoso e descoberta de sua autoria. É um conjunto de providências informativas desenvolvidas para elucidar condutas criminosas. Tem como base a instrução, conjunto de dados e informações coletados para formar a convicção de autoridades policiais. O processo se desenvolve por atos de coleta e produção de informações no inquérito policial, onde se posta um conjunto de peças de valor probatório (GARCIA, 1991). &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-M0cu2tYfqj0/TrCk6427GGI/AAAAAAAAAQk/V6pFG6tJ9jI/s1600/%257B951BD457-80A3-46D3-8D4E-FCE041595EBC%257D_lupa1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ida="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-M0cu2tYfqj0/TrCk6427GGI/AAAAAAAAAQk/V6pFG6tJ9jI/s1600/%257B951BD457-80A3-46D3-8D4E-FCE041595EBC%257D_lupa1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A prova constitui a certeza da investigação criminal e os meios de obtenção são as fontes de convicção suficientementes aplicados aos fatos da causa. (MITTERMAIER, 1948). Nesse sentido a investigação criminal é um conjunto de atos administrativos e procedimentos preliminares destinado à apuração das infrações penais e identificação de autoria (formação inicial da culpa). Na formação da prova, no inquérito policial, não há tão somente investigação criminal, mas também coleta de informações para a materialização de provas definitivas (MARQUES, 1980).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A doutrina da investigação criminal, de mais de meio século, necessita de uma atualização. O inquérito policial na Era da Informação&amp;nbsp;está anacrônico. Em razão da acentuada evolução do conhecimento e elevado grau de especialização e cientificidade das&amp;nbsp;diversas áreas, tais como: criminalística, sociologia, psicologia, biotecnologia, biogenética,&amp;nbsp;física, eletrônica, telecomunicação, tecnologia da informação e cibernética, mudanças conceituais e de procedimentos são necessárias. A sociedade moderna, marcada pela virtualidade, comunicação instantânea, interatividade e velocidade no fluxo de informação, sugere a modificação do sistema de segurança pública.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A globalização também mostra que o sistema de segurança pública precisa de modernização, particularmente no desenvolvimento de métodos diferentes para o&amp;nbsp; enfrentamento dos crimes complexos,&amp;nbsp;sem fronteiras, de ações sofisticadas, vinculadas direta ou indiretamente com organizações, onde as ramificações volumosas e a&amp;nbsp;multiplicidade de ações delitivas são decorrentes da facilidade de acesso a informação e comunicação. Hoje o planejamento de ações criminosas são desenvolvidas em redes sociais, seus atores estão do outro lado do mundo e acobertados pelo anonimato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, as organizações policiais não podem mais prescindir de avanços em infra-estrutura tecnológica, capacidade no tratamento de volume de informações, incremento de áreas específicas inteligência, análise de informações, gestão do conhecimento, monitoração de fontes abertas e interceptação de redes de comunicação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo isso se refere a uma estruturação tecnológica de gestão da informação, por meio da qual, adaptações e rupturas devem ser feitas,&amp;nbsp;uma verdadeira reavaliação de procedimentos em direção a inovação. Tecnicidade, análise e integração de bases informacionais é condição primária. Na essência, deve ser um processo visando conduzir as organizações em direção ao aumento da capacidade investigativa, com visão de contexto, global e em rede multidimensional, cujo resultado está na capacidade de monitoração sistemática do ambiente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para que as instituições policiais possam manter hegemonia em relação ao crime, antecipando-se ou agindo com celeridade e efetividade, muito há que fazer. Isso inclui obviamente também a renovação de gestores, novos empreendedores, líderes capazes de implementar estratégias de avanço, potencializar um novo sistema, dinâmico, moderno e de potencial investigativo. É essencial ainda desenvolver mecanismos de resposta e a ação integrada com as diferentes instituições de governo, justiça e ministério público. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mundo da informação, organizações policiais dependem cada vez mais da capacidade de instituir um modelo que esteja voltado para a construção do conhecimento, com estratégia, infra-estrutura, decisão e identidade, apto a responder a um contexto cada vez mais complexo do crime e instabilidade dos fenômenos sociais. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No campo da análise de informações a atividade de inteligência da organização deve impulsiona-la para a sofisticação da&amp;nbsp;investigação e solução de casos complexos. Ampliar a visão da organização para melhores decisões e resultados efetivos de modificação da doutrina, a qual constantemente deve ascender em direção à qualidade e ciclo de aprendizagem contínua. A análise é uma atividade mental que envolve percepções sobre o ambiente e uma verdadeira acumulação e incubação de experiências profissionais intimamente ligadas aos valores das pessoas e o conhecimento individual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Choo (2003), o conhecimento reside na mente dos indivíduos, e esse conhecimento pessoal precisa ser convertido em conhecimento que possa ser partilhado e transformado. Quando existe conhecimento suficiente, a organização está preparada para a ação e escolhe seu curso racionalmente, de acordo com os objetivos. A ação organizacional ocorre de acordo com a mudança do ambiente quando produz novas correntes de experiência, às quais a organização terá de se adaptar, gerando assim um novo ciclo. A tarefa do analista deve estar em consonância com a experiência, e sem ela, não é possível realizar uma interatividade com a investigação.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-9002991748696805960?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/9002991748696805960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=9002991748696805960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/9002991748696805960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/9002991748696805960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2011/11/investigacao-criminal-da-modernidade.html' title='A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DA MODERNIDADE'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-M0cu2tYfqj0/TrCk6427GGI/AAAAAAAAAQk/V6pFG6tJ9jI/s72-c/%257B951BD457-80A3-46D3-8D4E-FCE041595EBC%257D_lupa1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-2665238016751041419</id><published>2011-07-22T15:32:00.002-03:00</published><updated>2011-09-03T20:03:36.385-03:00</updated><title type='text'>PROPAGANDA E CONTRAPROPAGANDA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zbJaorRA4O0/TinCC6iDBLI/AAAAAAAAAQU/S-U_9DKp5jA/s1600/assinaturaTRUE.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="64" src="http://1.bp.blogspot.com/-zbJaorRA4O0/TinCC6iDBLI/AAAAAAAAAQU/S-U_9DKp5jA/s320/assinaturaTRUE.jpg" t$="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A propaganda é uma atividade sistemática que envolve técnicas e métodos para persuadir grande número de pessoas utilizando-se de meios de comunicação na disseminação de mensagens. É desenvolvida num ato de patrocínio com o objetivo de criar, reformar conceitos e fixar referências na mente das pessoas, predispondo-as favoravelmente em relação ao que se pretende.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A propaganda é a manipulação da comunicação com uso dos recursos mais persuasivos (folhetos, TV, rádio, outdoor, redes sociais, blogs, mídias) e visa produzir um comportamento em benefício de quem está promovendo, informando, traduzindo ou anunciando. A propaganda é possuidora de poder de&amp;nbsp;convencimento e busca influenciar indivíduos sociáveis nos seu atos ideológicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como instrumento da aitividade de inteligência tem seu emprego planejado, geralmente na forma de comunicação pública, em grande escala, destinada a desinformar, provocar situações, afetar idéias, conceitos e emoções em pessoas e/ou grupos, com determinada finalidade pública, privada, militar, econômica ou política.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0os7LKlkxD4/TinCIOtnQxI/AAAAAAAAAQY/0GvsqTaZ9_0/s1600/desinforma%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-0os7LKlkxD4/TinCIOtnQxI/AAAAAAAAAQY/0GvsqTaZ9_0/s200/desinforma%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" t$="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já a contrapropaganda é uma propaganda que tem como objetivo neutralizar e ou anular os efeitos de outra propaganda. Algumas regras básicas podem servir para ações de contrapropaganda: a) desfazer uma propaganda adversária, neutralizando e minimizando os efeitos; b) atacar os pontos fracos e provocar um sentimento de descredibilidade; c) desenvolver notas e publicações visando desacreditar o adversário; d) colocar a propaganda adversária em contradição com os fatos; e) desviar sutilmente o sentido e tornar a propaganda adversa insignificante; f) difundir notícias contestando ponto a ponto a propaganda adversa; g) Não fazer referencia à propaganda adversa, contudo desenvolver uma propaganda sobre o mesmo assunto com opinião diferente, e h) desenvolver uma propaganda sobre um assunto diferente que redirecione o interesse do público. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ambas são ferramentas altamente potentes e muito utilizadas por operadores de informações. A propaganda e a contrapropaganda são técnicas&amp;nbsp;de difusão da informação e desinformação com o objetivo de influenciar decisões. O elemento persuasivo e convincente esta estrategicamente introduzida no corpo do discurso. Toda a comunicação visa convencer o destinatário sobre algo. Nesse contexto, é possível&amp;nbsp;ter a compreensão de como o comportamento psicossocial das pessoas pode ser modificado. Atitudes, condutas e decisões estão sob influenciação e o que os indivíduos fazem e pensam é fruto dos discursos&amp;nbsp;que constroem opiniões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem diversas técnicas que são empregadas na criação de mensagens que sejam persuasivas, verdadeiras ou falsas. Como&amp;nbsp;exemplo, astroturfing, que são ações políticas e publicitárias que visam manobrar movimentos e tentam criar a impressão de que são movimentos espontâneos e populares. Muitas das técnicas podem ser baseadas também em falácias, já que os seus autores usam argumentos que, embora às vezes convincentes, não são necessariamente válidos e o nível de abstração é alto. Hoje em dia isso é muito comum em mídias, redes sociais e blogs de notícia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São aspectos essenciais no ciclo da propaganda: a origem, identifcando quem vai se beneficiar do resultado; as fontes, que podem ser o operador da informação e os colaboradores; os canais, ou seja, os meios de comunicação a serem utilizados e que precisam estar adequados para atingir o objetivo; o público ou o alvo proprimente dito, sendo necessários utilizar a uma linguagem adpatada, assimilada e compreensível; e por final, o efeito, definindo qual a mudança de comportamento, idéias e opiniões que se pretende produzir. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A propaganda dever ter credibilidade, com uso de pessoas de destaque ou personalidades para anunciar uma verdade; ser oportuna, ou seja, ser empregada no momento e contexto certo; conter significado, provocando interesse, importância e atingir valores; possuir originalidade, sendo destaque para o público e sair do comum; ser contínua para produzir efeito e repercussão num certo tempo; e ser coerente, sintonia entre a propaganda e o seu objetivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As técnicas de propaganda sempre foram muito utilizadas em estratégias militares. Durante a Primeira Guerra Mundial, o presidente dos Estados Unidos contratou profissionais para influenciar a opinião pública para entrar na guerra ao lado da Inglaterra. A campanha de propaganda de guerra produziram em seis meses uma histeria antialemã tão intensa que marcou definitivamente este conceito. Nesta época os termos "mente coletiva" e "consenso fabricado" ficaram marcados como conceitos importantes na prática da propaganda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na&amp;nbsp;Segunda Guerra Mundial se viu o uso contínuo da propaganda como arma de guerra para dissimulação e desviar a atenção de inimigos. Foi uma uma ferramenta vital para o atingimento de objetivos, principamente as de motivação de tropas. Espalhar propaganda que os oficiais sabiam ser falsa era comum e deliberadamente difundiam informações falsas como parte da doutrina conhecida como a Grande Mentira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Estados Unidos e a União Soviética, utilizaram amplamente a propaganda durante a Guerra Fria. Os dois lados usaram este recurso para influenciar seus próprios cidadãos, ao outro e as nações do Terceiro Mundo. A Agência de Informação dos Estados Unidos operava a Voz da América como uma estação oficial do governo. A Radio Free Europe e a Rádio Liberty, em parte apoiadas pela CIA, emitiam propaganda cinza nas notícias e nos programas de entretenimento na Europa Ocidental e União Soviética respectivamente. A estação oficial do governo soviético, a Rádio Moscow, difundia propaganda branca, enquanto a Rádio Paz e Liberdade emitia propaganda cinza. Os dois lados também faziam propaganda negra, em especial na época de crises. (Wikipédia)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FERRO JÚNIOR, C. M. A Inteligência e a Gestão da Informação Policial: Conceitos, Técnicas e Tecnologias Definidos pela Expriencia Profissional e Acadêmica. Editora Fortium. Brasilia, DF. 2008.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FREITAS, João Paulo Cavalléro. Publicidade Contemporânea: O que é Propaganda. Disponível em: http://publicidadecontemporanea.blogspot.com/2009/03/o-que-e-propaganda.html. Acesso em: 20 de julho de 2011.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;HITLER, Adolf. A Propaganda da Guerra. Disponível em: http://www.livrosgratis.net/download/346/a-propaganda-da-guerra--adolf-hitler.html. Acesso em 16/07/2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Wikipédia – Enciclopédia Livre. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Propaganda. Acesso em 17/07/2011.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-2665238016751041419?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/2665238016751041419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=2665238016751041419' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/2665238016751041419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/2665238016751041419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2011/07/propaganda-e-contrapropaganda.html' title='PROPAGANDA E CONTRAPROPAGANDA'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-zbJaorRA4O0/TinCC6iDBLI/AAAAAAAAAQU/S-U_9DKp5jA/s72-c/assinaturaTRUE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-7727716367774966291</id><published>2011-05-26T18:17:00.009-03:00</published><updated>2011-05-29T19:17:58.458-03:00</updated><title type='text'>OPERAÇÕES DE INTELIGÊNCIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3hTNTmrUVDc/TeATbe4zTHI/AAAAAAAAAOw/pNt0NoJmJ-Q/s1600/assinaturaTRUE.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="64" src="http://3.bp.blogspot.com/-3hTNTmrUVDc/TeATbe4zTHI/AAAAAAAAAOw/pNt0NoJmJ-Q/s320/assinaturaTRUE.jpg" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;É o conjunto de técnicas, processos e métodos, geralmente desenvolvido com o emprego de ações especializadas, executada de forma planejada e em caráter sigiloso. Visa à busca e coleta de dados e informações não disponíveis ou desconhecidos sobre determinados assuntos. Tem como objetivo principal, obter&amp;nbsp;elementos necessários à produção de conhecimentos específicos, de interesse de Estado, governo, organizações, empresas e também nas investigações criminais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A obtenção das informações pode ser realizada de duas formas: sistemática e exploratória. A sistemática é caracterizada por ser contínua e proporcionar um fluxo constante de dados sobre um assunto de interesse; a exploratória visa atender uma necessidade de informações momentâneas e imediatas, sobre&amp;nbsp;fatos e situações não completamente conhecidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As operações sistemáticas são normalmente utilizadas para acompanhar metodicamente as atividades de pessoas, organizações, entidades, assuntos de interesse político, econômico, governamental ou empresarial. No campo policial são&amp;nbsp;desenvolvidas para o acompanhamento de atividades ilícitas, organizações criminosas e monitoração de empresas que atuam nas diferentes áreas da administração pública, identificando vínculos de autoridades dos poderes com o crime.&lt;br /&gt;Todo o trabalho visa aprofundar minuciosamente&amp;nbsp;conhecimentos&amp;nbsp;por meio de um processo contínuo de atualização de informações. São particularmente aptas para a antecipação de fatos, bem como para a&amp;nbsp;detecção de potenciais atos insidiosos que ameaçam uma instituição. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uso de tecnologia pode&amp;nbsp;ser feito o monitoramento da dinâmica&amp;nbsp;de um&amp;nbsp;fenômeno social, com a obtenção e análise em tempo real de informações,&amp;nbsp;identificar a origem,&amp;nbsp;causas e as consequencias devido uma projeção feita no tempo e espaço. Tal procedimento é usado também para a elaboração de análises do crime&amp;nbsp;em áreas (estudo da fenomenologia do crime), bem como na avaliação de conjunturas políticas, sociais e econômicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As operações exploratórias são normalmente utilizadas para obtenção de dados e informações em curto prazo. A busca se desenvolve geralmente de forma encoberta e por meio da execução de ações especializadas. É desenvolvida em apoio às investigações complexas, no reconhecimento de áreas e ambientes de operações, diagnósticos de problemas organizacionais, identificação de pessoas, situações de crise, bem como para a obtenção de informações não disponíveis ou que estejam sob proteção. Visa atender&amp;nbsp;de forma&amp;nbsp;premente o alcance de informações imprescindíveis à produção do conhecimento específico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4IlfnpXBtzo/Td7CxkebkNI/AAAAAAAAAOs/Fg8srqc3gSs/s1600/tec+operacionais.png" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="196" src="http://3.bp.blogspot.com/-4IlfnpXBtzo/Td7CxkebkNI/AAAAAAAAAOs/Fg8srqc3gSs/s320/tec+operacionais.png" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A obtenção de informações, não disponíveis ou desconhecidos sobre um determinado assunto, envolve habilidades especiais e técnicas operacionais sofisticadas,&amp;nbsp;apropriadas para cada caso.&amp;nbsp;Na maioria das vezes, se desenvolve com emprego de tecnologia e aplicação de procedimentos que ensejam alta expertise do profissional e elevado grau de sigilo. Na esfera da investigação criminal, que visa a produção de provas,&amp;nbsp;uma autorização judicial é imprescindível.&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As operações de Inteligência Policial empregam técnicas e meios especiais de prospecção de dados, visando sempre confirmar evidências, indícios e obter conhecimentos sobre uma atividade&amp;nbsp;criminosa.&amp;nbsp;Opera para a identificação de redes e organizações criminosas, de forma a proporcionar um perfeito entendimento sobre seu &lt;em&gt;modus operandi&lt;/em&gt;, ramificações, tendências e alcance de suas atividades. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É uma atividade exclusivamente de&amp;nbsp;assessoramento&amp;nbsp;às investigações criminais, principalmente nas operações de infiltração em organizações ilícitas, quando o agente precisa estar&amp;nbsp;disfarçado durante a&amp;nbsp;execução. É uma atividade em ascendencia nos organismos policiais, tendo em vista que o trabalho interage e integra com todos as fases da ação policial, (investigação, operacional, pericial e administrativa) promovendo um processo cumulativo&amp;nbsp;de assimilação de novas técnicas, principalmente devido o emprego de tecnologias e recursos especiais. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em operações de Inteligência policial, o estudo da situação é etapa preliminar para a elaboração de um plano de operações, que após a aprovação, é desencadeada a operação. Os dados obtidos de diversas fontes (humanas, conteúdo e tecnológicas) possuem grau de sigilo e são transmitidos ao analista de inteligência sob a forma de Relatório de Informação, que é a expressão escrita do que foi observado e coletado. O Relatório de Informação é um documento que consubstancia os&amp;nbsp;fatos, captados e registrados por meio de filmagens, fotografias, documentos, gravações,&amp;nbsp;vigilancias, enfim, por tudo o que foi obtido nas operações de inteligencia. Finalmente, o material deve ser analisado e selecionado&amp;nbsp;o conteúdo&amp;nbsp;pertinente, visando a composição final do&amp;nbsp;conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-7727716367774966291?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/7727716367774966291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=7727716367774966291' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/7727716367774966291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/7727716367774966291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2011/05/operacoes-de-inteligencia.html' title='OPERAÇÕES DE INTELIGÊNCIA'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3hTNTmrUVDc/TeATbe4zTHI/AAAAAAAAAOw/pNt0NoJmJ-Q/s72-c/assinaturaTRUE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-3222611763910585177</id><published>2011-04-19T10:48:00.005-03:00</published><updated>2011-04-21T19:17:11.822-03:00</updated><title type='text'>GERENCIAMENTO DE CRISES EM ESTABELECIMENTOS EDUCACIONAIS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-cSIKrp50GJQ/Ta2Wl01wwMI/AAAAAAAAAOk/2_PVGukIkYk/s1600/assinaturaTRUE.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="64" i8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-cSIKrp50GJQ/Ta2Wl01wwMI/AAAAAAAAAOk/2_PVGukIkYk/s320/assinaturaTRUE.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A segurança em geral e, mais especificamente ainda nos dias&amp;nbsp;&amp;nbsp;atuais, a segurança específica de estabelecimentos de ensino, passou a demandar mais do que o simples provimento de bens e serviços genéricos, classicamente representados por sistemas sensores/alarmes, trancas e vigilantes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal questão é hoje de tamanha complexidade e sofisticação que presume, por exemplo, o concurso de expertise em inteligência e contra-inteligência organizacionais, aí incluindo as respectivas doutrinas/normas e tecnologias de suporte. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os ambientes educacionais, hoje alvos freqüentes de diferentes ameaças e delitos (narcotráfico, lesões corporais, estupros e até mesmo homicídios), precisam estar protegidos preventivamente com medidas tais como:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(i) planos de contingência;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(ii) planos de emergência/crise; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(iii) treinamento para contingências e situações de emergência, tudo isso demandando;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(iv) consultoria especializada como da Truesafety. &lt;a href="http://www.truesafety.com.br/"&gt;http://www.truesafety.com.br/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Organizações educacionais com múltiplas filiais e cada uma dessas mesmas filiais necessitam desenvolver seus planos de emergência/crise locais, sem esquecer diretivas gerais para tais situações.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Antigas fórmulas genéricas já não cabem mais em tempos como abril de 2011, quando um episódio de massacre de alunos de uma pequena escola, direcionado contra crianças e adolescentes abala e comove o Brasil e a comunidade internacional. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A inação ou apenas a adoção de antigas soluções genéricas não podem prevalecer em um tempo em que até mesmo pequenos detalhes arquitetônicos de cada estabelecimento de ensino fazem de cada um deles algo peculiar e único para poder ser tratado genericamente em termos de segurança. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Muitas das facetas da segurança de um estabelecimento de ensino requerem mais, em termos de expertise de “endurecimento de alvos", do que apenas recursos materiais e/ou financeiros propriamente ditos. A preparação para segurança (desde uma grande universidade, até uma pequena escola ou creche) inclui itens tão diversos como: &lt;br /&gt;1. Treinamento de docentes e membros do corpo administrativo em aspectos básicos de segurança e questões relativas ao planejamento para crises/contingências;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Avaliação e aperfeiçoamento do planejamento de segurança e dos planos pré-existentes de gerenciamento de crises/contingências;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Realização de exercícios/simulações, de conformidade com os planos de crises/contingências;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Treinamento de docentes e membros do corpo administrativo no monitoramento de sinais precoces de violência e crime;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Estabelecimento de equipes internas para eventual gerenciamento de situações de crise, bem como respectivas diretivas, tanto para emergências antropogênicas (acidentes em geral) quanto naturais (deslizamentos, desmoronamentos, etc.);&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;6. Avaliação e aperfeiçoamento dos sistemas institucionais de comunicação; &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;7. Criação e teste dos sistemas de evacuação e trancamento dos acessos das instalações físicas, incluindo exercícios de simulação;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;8. Estabelecimento de mecanismos de coordenação entre o planejamento de emergência e os elementos locais da policia, bombeiros e demais autoridades.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos os itens acima, juntamente com outras estratégias, sozinhos e/ou combinados, podem reduzir os riscos e favorecer a prevenção de uma crise em um estabelecimento de ensino e, no pior cenário possível, preparar a organização e respectiva comunidade para eficientemente gerenciar situações de emergência que não possam ser prevenidas e evitadas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-3222611763910585177?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/3222611763910585177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=3222611763910585177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/3222611763910585177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/3222611763910585177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2011/04/gerenciamento-de-crises-em.html' title='GERENCIAMENTO DE CRISES EM ESTABELECIMENTOS EDUCACIONAIS'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-cSIKrp50GJQ/Ta2Wl01wwMI/AAAAAAAAAOk/2_PVGukIkYk/s72-c/assinaturaTRUE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-1002497043968578927</id><published>2011-03-08T19:23:00.005-03:00</published><updated>2011-03-08T19:59:10.499-03:00</updated><title type='text'>O CONTEXTO DO CRIME E A SOFISTICAÇÃO INVESTIGATIVA NO DISTRITO FEDERAL</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;George Felipe de Lima Dantas e Celso Moreira Ferro Júnior﻿ &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Os muitos escândalos no Brasil, como também no restante do mundo, envolvendo “autoridades, políticos e cidadãos supostamente acima de qualquer suspeita”, sucedem rotineiramente neste início do século. Existe, em verdade, uma delinqüência, ainda por ser especificamente definida em lei, fruto da modernidade, dos seus objetivos, métodos e atos repugnantes. Todavia, ela pode ser enquadrada, ainda que com alguma dificuldade para os agentes da lei, em antigas tipologias criminais existentes, similares, ainda que anacrônicas para caracterizar, clara, precisa e especificamente os comportamentos desviantes dos “bandidos da modernidade” do século XXI.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Apesar de que essa criminalidade sofisticada e seus agentes, socialmente diferenciados e poderosos, pareçam novos, o fenômeno que protagonizam é certamente mais antigo do que 1939, ano da sua denúncia formal proferida por Edwin Sutherland em discurso perante a Sociedade Americana de Sociologia (American Sociological Association) ao referir a expressão “crime do colarinho branco” (white collar crime). &lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-lV0zSfPVmA0/TXazYpWZRTI/AAAAAAAAAOY/bG-jZkYvyLU/s1600/Dinheiro.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="233" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-lV0zSfPVmA0/TXazYpWZRTI/AAAAAAAAAOY/bG-jZkYvyLU/s320/Dinheiro.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;De acordo com Sutherland (1939), tais crimes seriam cometidos por gente respeitável e de alto status social em função da atividade exercida. O termo continua gerando discussões taxonômicas, mas certamente pode ser associado a uma variedade de delitos chamados “não-violentos” e cometidos, basicamente, para obtenção de vantagem material ou financeira. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Eles são difíceis de reprimir, basicamente pela sofisticação de seus perpetradores, capazes de realizar ações complexas, dissimulatórias de transações e fora do alcance dos métodos e processos tradicionais do investigador que lida rotineiramente com a “delinqüência comum” ou “criminalidade de massa”. Afora, obviamente seus autores típicos não serem considerados classificáveis como delinqüentes ou bandidos, até mesmo porque em alguns casos são protegidos pela imunidade que detêm. Ou seja, não seriam classicamente rotuláveis como tais. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A esse respeito, Baratta (2002) refere, aludindo ao labeling approach (ou teoria da reação social), que a “crítica de esquerda denunciou, em particular, efeitos mistificantes possíveis, próprios do emprego do labeling approach”, entre eles:&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Concentrar as investigações sobre certos setores do desvio e da criminalidade, sobre os quais, de fato, se concentram, com seu funcionamento socialmente seletivo, os processos de etiquetamento e de criminalização (as camadas mais débeis e marginalizadas do proletariado urbano), pode contribuir para a consolidação do estereótipo dominante da criminalidade e do desvio, como comportamento normal destes grupos sociais e deslocar, assim, a atenção dos comportamentos negativos da delinqüência de colarinho branco e dos poderosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Em WIKIPEDIA online, a Teoria da Rotulação (ou Teoria da Reação Social) está focada na razão pela qual a auto identidade e comportamento de um indivíduo são influenciados, ou criados, a partir da maneira pela qual ele é caracterizado e descrito pelo outros em sua respectiva sociedade. Originada na sociologia a na criminologia, a teoria está focada na tendência lingüística da maioria em rotular negativamente minorias ou aqueles vistos como desviantes da norma, estando associada com o conceito da “profecia auto-confirmatória” e o estabelecimento de estereótipos. Ela esteve mais em voga nas décadas de 1960 e 1970, mas não tanto nos dias atuais. Seu uso comum rejeita classificações (incluindo termos relativos a desvio, incapacidade ou diagnóstico de enfermidade mental) enquanto rótulo, frequentemente recorrendo a tentativas de adoção de uma linguagem mais construtiva em lugar daquela.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;De fato, existe hoje, uma “delinqüência dos poderosos”. Os bandidos desse do mundo novo não atentam somente contra as pessoas e o patrimônio, “à moda antiga” dos criminosos tradicionais, mas investem contra sociedades e nações inteiras, colocando em xeque a própria credibilidade e integridade do Estado. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O “delinqüente poderoso” submete-se constantemente a pactos e traições. Seus “negócios sujos e ilícitos”, que incluem a corrupção, crimes contra a administração pública e peculato, contempla também delitos tradicionais como homicídios, ameaças, furto, estelionato, muitas vezes praticados apenas instrumentalmente, enquanto “desdobramentos do percurso” para atingirem objetivos muito maiores e abrangentes, atentatórios contra a própria credibilidade dos poderes constituídos e do “Estado Democrático de Direito”. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O “cinismo deslavado” desses novos criminosos, sustentado no essencial princípio da “presunção de inocência”, dito e repetido a cada dia no Brasil e no restante do mundo diante da mídia e de uma comunidade perplexa, é fator impeditivo da realização da justiça e manutenção da hegemonia do “Bem Comum” sobre todo e qualquer outro interesse.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A cada dia, a “nova delinqüência dos poderosos e aparentemente impessoal” do “colarinho branco” passa a ser mais visível e detectável. Isso acontece graças a uma “nova repressão qualificada”, cujo arsenal passou a estar muito mais na Inteligência de Segurança Pública (ISP) e nas suas respectivas análises investigativa e de inteligência, lastradas nas aplicações da ciência e da tecnologia do conhecimento deste novo século. A “repressão qualificada” está baseada essencialmente na “tecnologia do conhecimento”.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A análise de Inteligência policial está hoje focada não apenas em dados e informações provenientes das “fontes humanas”, já clássicas na produção de conhecimento investigativo (informantes, colaboradores, experiência individual de agentes, dentre outros), mas, também, nas chamadas “fontes de conteúdo” (registros públicos, matérias jornalísticas, depoimentos, inquéritos, por exemplo) e “fontes tecnológicas” (dados e informações provenientes da comunicação telefônica, telemática, ambiental e da rede mundial de computadores).&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;São várias as novas técnicas e tecnologias disponíveis para tanto. A exemplo, sistemas capazes de acessar informações em múltiplas fontes, em formatos distintos e até mesmo se estiverem geograficamente distribuídos. O grande diferencial de uma ferramenta como essa é disponibilizar os dados coletados em gráficos e diagramas visuais, potencializando a visão contextual do crime. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Em 2005, de forma pioneira, uma nova cultura de investigação criminal foi inicialmente desenvolvida pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) no enfrentamento do fenômeno delitivo com uso de tecnologia. Na consecução final do projeto em 2008, cria o "Sistema Cérebro", ou Sistema de Informações e Análise Cognitiva (SIAC), que compreende um conjunto de processos especializados voltados para assessoramento à investigação criminal, especialmente aquelas cuja complexidade e volume de dados exige metodologia com uso da tecnologia de Análise de Vínculos. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O Sistema Cérebro modifica antigos procedimentos da ortodoxia da investigação policial clássica, abrindo novas fronteiras para a descoberta precisa e oportuna da consecução de ações delitivas típicas do início do século XXI. A PCDF, valendo-se de ações de inteligência e implementação de processos de análise de volume informações, trabalha hoje como uma grande organização de cultura técnico-profissional institucional, traduzida na modernidade pela sofisticação, resultante da relação entre a Gestão do Conhecimento e a Inteligência Organizacional. A sua estrutura tecnológica, alta qualidade profissional, processo cognitivo e produtos de alto valor comprobatório, lhe confere potencial investigativo para não permitir mais as ações dos chamados “delinqüentes poderosos”. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-1002497043968578927?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/1002497043968578927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=1002497043968578927' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/1002497043968578927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/1002497043968578927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2011/03/o-contexto-do-crime-e-sofisticacao.html' title='O CONTEXTO DO CRIME E A SOFISTICAÇÃO INVESTIGATIVA NO DISTRITO FEDERAL'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-lV0zSfPVmA0/TXazYpWZRTI/AAAAAAAAAOY/bG-jZkYvyLU/s72-c/Dinheiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-2861723309342218849</id><published>2011-02-17T11:25:00.002-02:00</published><updated>2011-02-17T12:14:05.703-02:00</updated><title type='text'>ESCOLA DE INTELIGÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (Considerações sobre a visão dos atuais gestores da gestão estratégica da inteligência de segurança pública)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;George Felipe de Lima Dantas e Celso Moreira Ferro Júnior&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É clássica a referência ao tratado militar “Arte da Guerra”, atribuído ao general chinês Sun Tzu, com origem ainda na cronologia “Antes de Cristo”. Interessantemente, essa obra seminal da atividade de inteligência e estratégia militar é hoje tão citada no meio castrense quanto entre especialistas formadores de opinião no mundo civil. Na verdade, a atividade de inteligência vem sendo paulatinamente estendida de sua origem de aplicação tradicional, primordialmente na relação entre as nações (pelas suas respectivas instituições diplomáticas e militares), expandida para outros campos da atividade humana. É esse o caso, por exemplo, na área da iniciativa privada, no que se convencionou chamar modernamente de inteligência empresarial ou inteligência corporativa ou ainda inteligência competitiva.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A extensão da aplicação da atividade de inteligência alcança hoje também a seara da segurança pública, existindo inclusive uma “Doutrina Nacional de Inteligência” (DNISP), lançada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) do Ministério da Justiça ao final de 2006 (às vésperas dos Jogos Pan-americanos de 2007 do Rio de Janeiro) e depois formalmente constituída ao final de 2009. Isso como se já não bastasse, para testemunhar a importância dela, sua presença no Sistema de Inteligência de Segurança Pública (SISP) estabelecido normativamente pelo Decreto 3.695 de 21 de dezembro de 2000, parte do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN) que vai definido na Lei 9.883 de 7 de dezembro de 1999.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A difusão da inteligência enquanto método de produção de conhecimento para diferentes áreas não ocorre de maneira pacífica. Ela possui diversas variações conceituais específicas, enquanto não parece poder ser definida de maneira universal. Em tal contexto, a inteligência passou a estar associada como um instrumento necessário para a consecução de objetivos estratégicos e táticos da moderna gestão da segurança pública, apoio essencial do moderno binômio “prevenção &amp;amp; repressão qualificada”. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Maurílio de Moura Lima Rocha e Paulo Roberto Batista de Oliveira&lt;/strong&gt;, estudiosos da gestão estratégica da segurança pública, em artigo extraído do Curso Superior de Inteligência Estratégica da Escola Superior de Guerra (ESG, 2009), referem uma futura “Escola de Inteligência de Segurança Pública (EISP) a ser inserida na estrutura orgânica da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Distrito Federal (SESPDF)”. Entendem que uma EISP/SESPDF “Proporcionaria a disseminação da doutrina de inteligência com métodos de trabalho e experiências para formação comum e especializada de policiais civis e militares”. Prosseguem, apontando que “Certamente isso permitirá uma maior integração entre as respectivas Instituições”. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Também segundo os dois autores e protagonistas da gestão da segurança pública, “A EISP promoveria a transferência dos conhecimentos tácitos e explícitos, acumulados na memória de ambas as instituições”. Já agora, Rocha e Oliveira referem uma inteligência de acepção com viés organizacional (não mais apenas metodológico), apontando que ela viria a “Ratificar uma cultura organizacional comprometida com a excelência dos serviços prestados à comunidade e de crescimento coletivo”. De fato, conforme apontam eles, a atividade de inteligência, modernamente constituída enquanto trilogia que abarca método (indutivo ou dedutivo), estrutura administrativa (agências e centros) e produtos (informações, informes, estimativas, etc.), pode servir como atividade catalisadora da eficiência, eficácia e efetividade institucionais. Ela já não é mais apenas uma inteligência e estratégia de cunho militar, conforme outrora apontado no tr&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-S8TtYW0CVl4/TV0Zv2pt8TI/AAAAAAAAAOQ/XCpKIWLKHxw/s1600/01.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" j6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-S8TtYW0CVl4/TV0Zv2pt8TI/AAAAAAAAAOQ/XCpKIWLKHxw/s200/01.jpg" width="149" /&gt;&lt;/a&gt;atado de Sun Tzu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A atividade de inteligência, de fato, diferenciou-se no âmbito da segurança pública. Ela passou a ter um alcance, em objetos e análise, que englobam categorias como (i) terrorismo e crime organizado em geral (análise de inteligência propriamente dita); (ii) o “problema do crime”, incluindo as diversas expressões da criminalidade violenta contra a pessoa e patrimônio (análise de inteligência investigativa) e; (iii) as operações dos órgãos da segurança pública (demanda e oferta de serviços) nas atividades de controle do crime e da violência (análise de inteligência de operações). Já no tocante aos seus destinatários, produz e difunde produtos para (i) gestores de nível estratégico (análise de inteligência estratégica); (ii) operadores da atividade-fim (análise de inteligência tática) e; (iii) atores cujo protagonismo na segurança pública (legisladores, gestores de áreas correlatas e executivos locais) demanda conhecimento específico (análise de inteligência com fulcro administrativo). Parece que é a isso referem Rocha e Oliveira, quando apontam: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"No que concerne à atividade de inteligência, a exemplo dos principais organismos policiais do mundo, as instituições conceberam de maneira autônoma seus órgãos de inteligência, com o propósito de fazer frente ao recrudescimento da criminalidade e disseminar uma nova metodologia de trabalho, proporcionando otimização de recursos humanos e sofisticação tecnológica."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem dúvida, a segurança pública brasileira, tal qual a de outros países do mundo, vive novos tempos em termos de filosofias e valores da gestão. Isso engloba novas visões do que ela deva produzir modernamente, caso do policiamento preditivo, policiamento baseado em evidências e policiamento guiado pela inteligência. Correspondentemente, novos atributos da parte de seus operadores passaram a ser fundamentos instrumentais, caso da integração e da interoperabilidade. Isso é aplicável a todos e cada um deles, quer sejam civis, militares, federais ou estaduais e distritais. Novamente remontando a Rocha e Oliveira, eles parecem referir esse mesmo contexto ao apontarem: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A criação de uma Escola de Inteligência de Segurança Pública poderia vir a proporcionar uma maior integração das Instituições Policiais quanto ao exercício da atividade de inteligência de segurança pública por meio da formação, capacitação e especialização conjunta dos seus integrantes. Promoveria, ainda, por meio de sua atuação técnico-pedagógica, a conscientização e uma delimitação mais precisa do campo de atuação dos órgãos de inteligência das Polícias Civil e Militar." &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A criação de uma “Escola de Inteligência de Segurança Pública”, no âmbito do Distrito Federal, pela própria natureza geográfica peculiar a essa unidade federativa suis generis, poderia proporcionar uma ambiência física e cultural capaz de acomodar diferenças (tanto locais quanto nacionais e regionais), integrando parceiros hoje ainda insuficientemente identificados entre si. Citando uma vez mais Rocha e Oliveira: “Deste modo, com uma progressiva integração das ações e operações de inteligência entre os órgãos, aumentando a efetividade das ações preventivas e repressivas no enfrentamento da criminalidade”. Eles parecem ter razão, mormente imaginando os contextos da copa do mundo de 2014 e dos jogos olímpicos de 2016. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-2861723309342218849?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/2861723309342218849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=2861723309342218849' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/2861723309342218849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/2861723309342218849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2011/02/escola-de-inteligencia-de-seguranca_17.html' title='ESCOLA DE INTELIGÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (Considerações sobre a visão dos atuais gestores da gestão estratégica da inteligência de segurança pública)'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-S8TtYW0CVl4/TV0Zv2pt8TI/AAAAAAAAAOQ/XCpKIWLKHxw/s72-c/01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-8769991057890025646</id><published>2010-12-21T19:19:00.001-02:00</published><updated>2010-12-21T19:21:15.964-02:00</updated><title type='text'>SEGURANÇA DE INFRAESTRUTURAS CRÍTICAS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acyr Pitanga&amp;nbsp; &lt;a href="mailto:acyrpitanga@truesafety.com.br"&gt;acyrpitanga@truesafety.com.br&lt;/a&gt; e Celso Ferro &lt;a href="mailto:celsoferro@truesafety.com.br"&gt;celsoferro@truesafety.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A infra-estrutura crítica de um Estado é um conjunto de instalações físicas e lógicas, redes, serviços e bens que, se descontinuados ou destruídos impactariam seriamente a saúde da população, a segurança ou a higidez da economia nacional. A infra-estrutura crítica é, de forma geral, integrada pelos seguintes setores: sistemas de geração e distribuição de energia elétrica; comunicações e tecnologia da informação; sistema financeiro; transporte; sistemas de captação, armazenamento e distribuição de água; serviços de emergência (médicos, polícia, bombeiros, defesa civil etc.). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em oito de fevereiro de 2008, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República editou uma Portaria, a de número 2, instituindo Grupos Técnicos de Segurança de Infraestruturas Críticas (GTSIC). Estes Grupos têm por missão propor a implementação de medidas e ações relacionadas com a segurança das Infraestruturas Críticas (IEC) em áreas definidas como prioritárias: energia, transporte, água, telecomunicações e finanças.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na Era da Informação os ataques em infra-estruturas críticas são cibernéticos. A infra-estrutura de informações está progressivamente sob ataque de “cibercriminosos”. A quantidade, o custo e a sofisticação dos ataques estão crescendo a taxas alarmantes. Algumas formas infligem, também, uma crescente ameaça às pessoas e infra-estruturas nacionais críticas (SOFAER; GOODMAN, 2001).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Raposo (2007) os grupos terroristas têm utilizado computadores, a fim de facilitar suas tradicionais formas de atuação. Hackers com motivações políticas ou religiosas – os chamados “hacktivistas” – são recrutados por extremistas. Nesse cenário, surge o terrorismo cibernético ou “ciberterrorismo”, modalidade de perpetrar o terror, entendida como ataques contra computadores e suas redes, informações armazenadas, serviços essenciais ou infra-estrutura – telecomunicações, sistema bancário, fornecimento de água e energia elétrica, usinas nucleares, refinarias de petróleo etc. – que impliquem pânico, mortes, acidentes, contaminação ambiental ou perdas econômicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o FBI, os ataques informatizados representam a maior ameaça para os Estados Unidos, depois da guerra nuclear e das armas de destruição em massa, e são cada vez mais difíceis de impedir, segundo especialistas da Polícia Federal norte-americana.&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TREZoNgmnuI/AAAAAAAAANE/qInc2nvXWtU/s1600/4074916891_7e103f6ebd_z.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="174" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TREZoNgmnuI/AAAAAAAAANE/qInc2nvXWtU/s320/4074916891_7e103f6ebd_z.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante uma conferência em Nova York nesta terça-feira (7), Shawn Henry, diretor adjunto da divisão informática do FBI, disse que esses ataques representam o maior risco para a segurança nacional, depois das armas de destruição em massa e de uma bomba em uma de nossas metrópoles. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os peritos americanos chegaram a utilizar o termo de "cybergeddon", ou apocalipse cibernético, uma situação em que uma sociedade avançada, na qual tudo o que é importante é ligado, ou até controlado, pelos computadores é sabotada por piratas virtuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Michael Balboni, secretário-adjunto de segurança pública do estado de Nova York, descreveu esse "apocalipse" como "uma ameaça imensa" contra toda a sociedade, de instituições bancárias aos sistemas municipais de monitoramento das represas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O primeiro ataque virtual de grande escala que se tem notícia ocorreu em 2007, na Estônia, atribuído a Rússia e que resultou na paralisação por um mês, de sites e serviços, além da desestabilização das operações no mercado financeiro dos principais bancos daquele país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir de então, ações deste tipo têm se multiplicado inclusive no Brasil, que registrou em 2009, mais de 300 mil incidentes, sendo que 82,27% originaram-se no nosso próprio país. (CERT BR).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tema tem suscitado grande preocupação em todos os países, tanto nas esferas governamentais como nas privadas. A segurança das infra-estruturas críticas dos Estados tem sido objeto de particular atenção dos órgãos de defesa e de segurança interna.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Guerra de Informações, “Information Warfare”, são operações de informação conduzidas durante período de crise ou conflito (incluindo guerra) para alcançar ou promover objetivos específicos sobre um ou mais adversários específicos. Nesse sentido a guerra estratégica de informação “strategic information warfare” é baseada em ações técnicas que buscam através do uso, como arma ou como alvo da tecnologia da informação, afetar de alguma forma o funcionamento dos sistemas de comando e controle da chamada infraestrutura crítica nacional de um oponente. Este mesmo conceito é adotado para a guerra cibernética.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Brasil, o assunto ainda é tratado de forma insipiente. Deve merecer particular atenção dos governos estaduais envolvidos nas ações preparatórias para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas. Trabalhos de segurança de infra-estruturas críticas vêm sendo desenvolvidos por alguns setores governamentais e também por instituições privadas, contudo o assunto foca apenas algumas poucas infraestruturas como a de telecomunicações e transporte sob a ótica das suas vulnerabilidades a ataques cibernéticos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Constata-se que os ataques aos sistemas informatizados das infra-estruturas críticas do país, em particular os que atendem ao sistema financeiro, seguem os mesmos padrões e artifícios dos que são lançados contra qualquer outra rede. Eles são conhecidos como scans de portas, buffer overflow, virus, worms, trojans spoofing, dos e ddos, spans (como tentativa de inserção de códigos maliciosos) defacement etc. Igualmente, as ferramentas de detecção e prevenção continuam os tradicionais recursos de ids, firewalls, botnets, antivirus, analisadores de rede, criptografia etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;GOODMAN, Seymour E, SOFAER, Abraham D. The Transnational Dimension of Cyber Crime and Terrorism. 2001.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;RAPOSO. Revista Brasileira de Inteligência. Brasília; Abin, v.3, n.4. 2007&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-8769991057890025646?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/8769991057890025646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=8769991057890025646' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/8769991057890025646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/8769991057890025646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2010/12/seguranca-de-infraestruturas-criticas.html' title='SEGURANÇA DE INFRAESTRUTURAS CRÍTICAS'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TREZoNgmnuI/AAAAAAAAANE/qInc2nvXWtU/s72-c/4074916891_7e103f6ebd_z.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-6971824634163893918</id><published>2010-12-09T18:56:00.003-02:00</published><updated>2010-12-10T10:10:47.936-02:00</updated><title type='text'>A ERA DA INFORMAÇÃO E O CRIME</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Celso Moreira Ferro Júnior e George Felipe de Lima Dantas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mudanças cognitivas acerca da percepção da realidade do mundo, que no passado remoto levavam séculos para acontecer, implicando muitas vezes no transcurso de gerações, a partir do século 20 passaram a poder ocorrer até mesmo em algumas décadas. Na atualidade do século 21, entretanto, eventualmente tiveram seus ciclos encurtados para poucos anos, ou até mesmo poucos meses em certos casos extremos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A&amp;nbsp;verdadeira revolução no mapeamento computadorizado do genoma humano é um exemplo típico das rápidas "viragens" do conhecimento em algumas áreas específicas da ciência, fruto da utilização intensiva da TI dos séculos 20 e 21. A obsolescência, obviamente, se torna uma marca desses novos tempos em que o conhecimento passa a poder ser produzido e utilizado em termos práticos (novas tecnologias aplicadas) em ciclos cada vez mais curtos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os atuais microcomputadores, ou "computadores pessoais" (Personal Computers -- PC) são parte essencial do processo de aceleração ou modernização do conhecimento nos séculos 20 e 21, tornando possível, corriqueiro e simples, para milhões de organizações e indivíduos, o acesso e processamento qualificado de consideráveis volumes de dados em tempos cada vez menores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O acesso, processamento qualificado de consideráveis volumes &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TQFCSzaWcWI/AAAAAAAAAKg/DPU5jW1ec08/s1600/crimes_digitais.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="211" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TQFCSzaWcWI/AAAAAAAAAKg/DPU5jW1ec08/s320/crimes_digitais.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;de dados e em tempos cada vez mais curtos, com a tecnologia da micro-computação, é hoje exeqüível com qualidade e rapidez nunca antes imaginadas. Tal fenômeno não tem paralelo com o que tenha existido de mais similar no passado recente. Pertence a tal passado a utilização, restrita a um pequeno número de usuários, de computadores de grande porte e minicomputadores, ancestrais dos atuais microcomputadores, sucessores das tradicionais "máquinas de calcular", que por sua vez remontam a ferramentas computacionais tão antigas quanto o ábaco .&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, os microcomputadores não são apenas capazes de processar rapidamente quantidades significativas de dados com substancial qualidade agregada, mas também universalizaram tal possibilidade. Em exemplo mais recente e genérico, o complexo cultural da moderna TI passou a possibilitar a interação humana virtual, face-a-face (com som e imagem inclusive), em "ambiente da rede mundial de computadores" (a Internet entre outras), unindo e integrando indivíduos das mais variadas origens, antes completamente separados pelas grandes distâncias da Terra. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A efetividade e a rapidez das comunicações globais, fruto dos modernos sistemas de transporte e da telemática , foram fundamentais nesse processo, contribuindo para que a humanidade, antes dispersa e fragmentada, passasse a viver o fenômeno da chamada globalização, incluindo a transnacionalização . O fenômeno atinge também o crime e outros comportamentos socialmente desviantes, fazendo com que eles passem a ter novas e múltiplas expressões e possibilidades. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A globalização ou translocalização ou transnacionalização do crime e de outros comportamentos socialmente desviantes está associada a vários fatores, a maioria deles derivados da própria evolução tecnológica da sociedade moderna. Isso vem dando ensejo, inclusive, ao surgimento de uma nova tipologia delitiva que abrange os chamados "crimes cibernéticos" . &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A prevalência desses novos crimes transcende os limites territoriais dos Estados Nacionais (e desde mais tempo ainda os limites das fronteiras políticas internas dos países singularmente), fazendo com que surja uma categoria de crimes translocalizados. As organizações criminais modernas, ao desenvolverem suas atividades, definitivamente deixaram de respeitar divisas ou fronteiras nacionais. Demonstram um considerável poder de articulação e planejamento, exibidos com sofisticação e arrojo. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Verifica-se também, na atualidade, uma baixa efetividade dos órgãos policiais e agências regulatórias em sua capacidade de intimidação, controle e supressão desse crime organizado (ou “reorganizado” em um novo tempo). Talvez em função de uma cada vez mais premente necessidade de reajuste da legislação, hoje em franco descompasso com modalidades delitivas e desviantes prevalentes na "Era da Informação". &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Texto extraido do White Paper apresentado&amp;nbsp;na Controladoria-Geral da União (CGU) e Organização das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC)]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-6971824634163893918?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/6971824634163893918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=6971824634163893918' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/6971824634163893918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/6971824634163893918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2010/12/era-da-informacao-e-o-crime.html' title='A ERA DA INFORMAÇÃO E O CRIME'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TQFCSzaWcWI/AAAAAAAAAKg/DPU5jW1ec08/s72-c/crimes_digitais.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-3565727974402905381</id><published>2010-11-25T16:54:00.002-02:00</published><updated>2010-11-25T16:57:25.170-02:00</updated><title type='text'>A VIOLÊNCIA CRIMINOSA NO RIO DE JANEIRO: "COPYCAT"?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;George Felipe de Lima Dantas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;– "Copycat" na semana de 21 de novembro de 2010 no Rio de Janeiro? –Talvez sim... Copycat é uma expressão em inglês que resulta da justaposição da palavra "copy", que significa "cópia", seguida da palavra "cat", que quer dizer "gato". Ela tem sua origem no fato de que os filhotes de gatos tendam a imitar, todos juntos, o comportamento da mãe. Assim, a expressão se refere, indiretamente, às manifestações da tendência animal de reproduzir comportamentos modelados de outros indivíduos, tendência essa jocosamente representada no bordão "o que o macaco vê o macaco faz".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É interessante notar que o surto de violência no Rio de Janeiro, na semana de 21 de novembro de 2010, tenha como denominador comum dos seus episódios a queima de veículos, incluindo caminhões, ônibus e carros de passeio. Mas será que todos os incidentes foram orquestrados centralmente ou se desencadearam de maneira aleatória depois do primeiro deles? - Copycat?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O "efeito copycat" tem sido sistematicamente apontado na literatura criminológica, sempre que a ocorrência de um determinado incidente "dispara" uma onda de ocorrências ou fatos similares. O fenômeno parece ser típico, por exemplo, quando acontecem suicídios ou homicídios de grande repercussão social. Assim, a publicidade sensacionalista sobre um suicídio ou homicídio pode fazer com que, logo em seguida, aconteçam várias outras ocorrências da mesma natureza.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mídia de postura socialmente responsável muitas vezes evita fazer menção a certos delitos, caso, por exemplo, do vandalismo, já que uma simples referência a uma dessas ocorrências pode fazer desencadear várias outras, segundo o "efeito copycat". Com o suicídio acontece o mesmo. O suicídio do músico do líder da banda norte-americana Nirvana, Kurt Cobain, em 1994, parece estar relacionado com uma série de suicídios subseqüentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das bases teóricas explicativas do chamado "efeito copycat" é a "Teoria da Aprendizagem Social" ou "Teoria da Modelagem".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A "Teoria da Aprendizagem Social" (TAS) ou "Teoria da Modelagem" (TM) sustenta que os indivíduos podem aprender determinados comportamentos socialmente, de maneira informal, incluindo como portar-se em situações específicas, simplesmente pela observação uns dos outros. Tal aprendizagem estaria condicionada pela observação de que os comportamentos verificados nos "modelos" produziriam os resultados por eles almejados. Assim, a imitação seria procedida da expectativa de obter os mesmos resultados observados na ação ou comportamento modelado. Referindo a situação específica do Rio de Janeiro, é possível inferir que a cada incidente de violência reportado pela mídia a criminalidade local tem sua "efetividade" reforçada, independente dela estar constituída por um único grupo ou vários deles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mídia, tão abundante na sociedade moderna, produziria, em seus relatos, muitas das "situações modelo" para aprendizagem pela imitação ou modelagem. Tendo em conta o valor supostamente positivo atribuído pela mídia às situações por ela retratadas como "ideais", quer seja no plano real ou ficcional, isso faria dela uma poderosa fonte de modelagem de "comportamentos sociais almejados". Mas também de comportamentos anti-sociais... Assim, a mídia seria uma das fontes mais determinantes de modelos de como a sociedade deveria funcionar e, correspondentemente, de como os indivíduos devem comportar-se em situações sociais específicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A "Teoria da Aprendizagem Social" (TAS) ou "Teoria da Modelagem" (TM) foi desenvolvida originalmente pelo psicólogo Albert Bandura (Mundare, Canadá, 1925). No plano da criminologia, a TAS serviria para explicar, de maneira esquemática geral, como a agressão é aprendida "por modelagem". Contrariando esquemas teóricos positivistas que apontam que as tendências violentas seriam "herdadas biologicamente", a TAS ou TM sugere que elas seriam "aprendidas ou modeladas socialmente". Em um primeiro estágio do desenvolvimento psicossocial as crianças aprenderiam "respostas agressivas" ao observar outras pessoas (na família primordialmente), através da mídia (nos "desenhos", por exemplo) ou no ambiente social externo à família (com os "amiguinhos" basicamente). Isso eventualmente levaria o indivíduo a um "reforço positivo" em relação a certos comportamentos observados, o que implicaria que eles devessem ser emulados ou copiados sistematicamente, vis-à-vis promoverem ganho material, ganho da estima de terceiros ou mesmos ganhos na própria auto-estima. Novamente voltando ao caso do Rio de Janeiro, é conhecida a tonitruância da marginalidade local, particularmente em relação aos membros imediatos das diversas comunidades tomadas por grupos de delinqüentes ligados ao narcotráfico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se as teorias de Bandura explicam, na modelagem da aprendizagem social, as causas da agressão, decorrentemente, autores mais recentes trabalham com a previsibilidade de episódios emulados de episódios anteriores. É esse o caso de Loren Coleman em sua obra relativamente recente, "O Efeito Copycat" (The Copycat Effect) de 2004.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Coleman, situações passadas podem servir para previsão da ocorrência de eventos futuros nelas modeladas. Este seria o caso, por exemplo, de ocorrências de violência letal com incidência nas escolas. Entre tais inferências, vale destacar a de que novos episódios tendem a ocorrer no início do primeiro ou no final do segundo semestre do ano letivo. Também é digna de nota a observação de que ocorrências de violência letal nas escolas guardem um padrão temporal em sua emulação, fazendo com que os fatos se repitam algum tempo depois do episódio noticiado pela mídia, podendo ocorrer a curto, médio ou longo prazo, dependendo do "relógio interno" do seu autor. Não menos importante, podem ser emuladas também as características do autor, das vítimas e até mesmo do modus operandi utilizado originalmente. Nesse último caso haveria um paralelismo com os incêndios criminosos de veículos no Rio de Janeiro de novembro de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentre todas as conclusões de Coleman, a mais importante talvez seja a de que ocorrências intensamente veiculadas pela mídia terão maior possibilidade de ser objeto do fenômeno de modelagem, se constituindo, portanto, em significativas ameaças a partir de sua ocorrência e conseqüente divulgação pública. O fenômeno vulgarmente denominado de "copycat", portanto, talvez faça parte da dinâmica social muito mais intensamente do que faz supor o senso comum. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Violência Criminosa no Rio de Janeiro: "Copycat"? - Talvez sim...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-3565727974402905381?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/3565727974402905381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=3565727974402905381' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/3565727974402905381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/3565727974402905381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2010/11/violencia-criminosa-no-rio-de-janeiro.html' title='A VIOLÊNCIA CRIMINOSA NO RIO DE JANEIRO: &quot;COPYCAT&quot;?'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-7689589590523617184</id><published>2010-09-17T17:51:00.020-03:00</published><updated>2011-03-07T15:32:45.932-03:00</updated><title type='text'>INTELIGÊNCIA POLÍTICA</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;FERRO JÚNIOR, Celso Moreira e&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;SEIXAS, Acyr Pitanga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A atividade de Inteligência é antecipação . Objetiva disponibilizar uma visão ampla e detalhada de cenários com vistas ao assessoramento de um processo decisório. A Política por sua vez, é a arte ou ciência da organização, direção e administração de Estados e a aplicação desta arte aos negócios internos e externos do governo. Atualmente a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TKYnkXZyx9I/AAAAAAAAAJk/THhms5AlD5I/s1600/camara2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" px="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TKYnkXZyx9I/AAAAAAAAAJk/THhms5AlD5I/s200/camara2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Nesse contexto, considera-se Inteligência Política, a atividade dinâmica de assessoramento para a tomada de decisões no âmbito político. Desenvolve-se basicamente pela prospecção de dados e informações que, reunidos, organizados, analisados e interpretados, possibilitam a formação de conhecimento consolidado. É um trabalho indispensável para instrumentar o processo político de seus líderes e agentes partidários de coordenação política.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O método da Inteligência Política contém as seguintes atividades e ações:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;a) Análise e diagnóstico das relações e vínculos políticos; b) Antecipação de fatos e situações que ocasionem comprometimento político; c) Identificação de ameaças, traições e atos insidiosos de qualquer natureza; d) Neutralização de ações adversas à integridade da imagem institucional do líder político; e) Recrutamento de colaboradores como fontes de informação; f) Inserção de recursos humanos em atividades de campanha política; g) Monitoração e acompanhamento de eventos e reuniões públicas, e h) Gerenciamento de crise de imagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O gerenciamento de crise de imagem é um trabalho de intensa relação com fontes de informação e a mídia. Visa preservar a imagem de uma pessoa ou empresa no decorrer, ou antes, de uma crise. Considera a redução de perdas no momento em que ocorre uma situação de ameaça ou ações que podem causar danos à imagem do político ou legenda, bem como, comprometer seriamente a integridade e ferir reputações. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O trabalho envolve o monitoramento da imprensa em geral e a coleta de informações. A sua análise provê um diagnóstico para definir o caminho a ser seguido. Os profissionais que atuam nesta área estabelecem estreito relacionamento com a mídia, possuem expertise em análise de conjuntura política e capacidade de obtenção de informações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O gerenciamento de imagem de líderes, agentes partidários e de coordenação política tem como objetivo a construção de uma imagem positiva. As seguintes medidas são aplicadas:&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;a) Fixação de conceito de imagem e reputação; b) Avaliação de riscos e vulnerabilidades políticas; c) Análise e aferição da credibilidade; d) Identificação de fatores que causam e/ou aumentam o risco da crise; e) Elaboração de um projeto e programa de enfrentamento da crise; f) Divulgação de notas, artigos e matérias; g) Orientações para aprimoramento do comportamento em entrevistas, e h) Orientação nas apuração dos profissionais de área de imprensa.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O gerenciamento de crise política apóia-se na capacidade de antecipação de acontecimentos (atividade de inteligência). Por sua vez, assessora no estabelecimento de acordos e alianças políticas, bem como entendimentos com a imprensa sobre a imagem do cliente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O potencial da atividade de inteligência política também está na estrutura tecnológica de armazenagem, recuperação e reutilização de informações. Neste aspecto, considera-se uma faixa temporal extensa para facilitar a&amp;nbsp;busca de conhecimento em vários períodos memoriais de campanhas políticas. A implementação destes processos, com pessoal especializado, aumenta a capacidade de produção de informação com significado , e&amp;nbsp;potencializa o produto por meio da interpretação do grande volume de informações em fontes variadas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Profissionais que atuam em Inteligência Política devem possuir habilidades na produção de conhecimento, de forma oportuna, e em condições de realizar diagnósticos, com identificando padrões, tendências de fatos e situações de interesse dos políticos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;De acordo com Alan J Simpson a Inteligência Política olha para o conjunto de cenários, tendências e padrões. As análises para os clientes são confidenciais. Muito pouca inteligência política é publicada na Internet. A verdadeira inteligência é tão valiosa quanto a ser limitada em circulação, mantendo seu valor na preservação do conteúdo e sigilo. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Inteligência Política é focada nas necessidades do cliente. O processo de coleta diária de notícias, relatórios e comunicados de imprensa e o seu acompanhamento é determinado pela cenário atual. Muito poucas operações cobrem tudo o tempo todo. Os atores políticos são especialistas em poluição da mídia, especialmente a eletrônica, com informações falsas e enganosas de opinião. Este material, facilmente obtido, não é adequado para tomada de decisões políticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A Inteligência Política é uma atividade muito procurada. Contudo,&amp;nbsp;poucos são os profissionais especializados e&amp;nbsp;que nela atuam de forma abrangente. Ninguém pode prever com certeza absoluta os efeitos das forças políticas de um adversário sem o uso de ações específicas de Inteligência. Analistas podem reduzir riscos ao fazer previsões com base no que é conhecido sobre as tendências políticas e pesquisas. Porém, sem a aplicação de medidas especiais de inteligência o resultado fica mais próximo da incerteza, com possibilidade de erros e estratégias deficientes.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;São raros os profissionais e empresas especializadas no ramo. A TrueSafety Ltda., &lt;a href="http://www.truesafety.com.br/"&gt;http://www.truesafety.com.br/&lt;/a&gt; sediada em Brasília, com atuação nacional, oferece consultoria em Inteligência Política. Sua atuação contempla os métodos e conceitos aqui descritos. Além disso, detém elevada capacidade de monitoramento de volume qualificado de informações (análise de vínculos i2), mineração sistemática em fontes abertas , uso de alta tecnologia na prospecção de Informações, bem como possui profissionais altamente qualificados.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O Profissional da Informação em Atividades de Inteligência Competitiva. Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/viewFile/2477/4145. Acesso em 11/09/2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Definição de Wikipédia. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Política#Poder_pol.C3.ADtico. Acesso em 17/08/2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Gerenciamento de Crise de Imagem da Lush Brasil. Disponível em: http://www.intercom.org.br/papers/regionais/sudeste2008/expocom/EX9-0341-1.pdf. acesso em 14/09/2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A Inteligência Organizacional, Análise de Vínculos e a Investigação Criminal. Disponível em: http://www.bdtd.ucb.br/tede/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=746. Acesso em: 16/09/2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;What is Political Intelligence? Disponível em: http://www.comlinks.com/polintel/pi080103.htm. Acesso em 15/09/2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Fontes abertas e Inteligência de Estado. Agencia Brasileira de Inteligência. Disponível em: http://www.abin.gov.br/modules/mastop_publish/?tac=Fontes_abertas_e_Intelig%EAncia_de_Estado. Acesso em 16/09/2010.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-7689589590523617184?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/7689589590523617184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=7689589590523617184' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/7689589590523617184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/7689589590523617184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2010/09/inteligencia-politica.html' title='INTELIGÊNCIA POLÍTICA'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TKYnkXZyx9I/AAAAAAAAAJk/THhms5AlD5I/s72-c/camara2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-4437669450969810538</id><published>2010-09-02T12:48:00.001-03:00</published><updated>2010-09-02T12:49:54.364-03:00</updated><title type='text'>A "MÍSTICA" DA INTELIGENCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (ISP)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;George Felipe de Lima Dantas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerações sobre a "mistica" da Inteligência de Segurança Pública remetem a questão da Análise Criminal e da ISP ao domínio de uma nova (em aparentemente óbvia oposição a uma "antiga") "cultura de gestão do conhecimento". É referência nessa área a pesquisa acadêmica do Professor Mestre em Ciência Celso Moreira Ferro Júnior (ex-agente e ex-delegado da PCDF, atualmente advogado com prática em Brasília). A referência específica ao trabalho de Ferro Júnior (dissertação de mestrado na Universidade Católica de Brasília - Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação) consta na web. Tive a oportunidade de examinar o trabalho do Professor Ferro Júnior "em banca" e com isso adquirir algum conhecimento e compreensão sobre esse tema tão atual e sempre tão polêmico. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Realmente existe (e/ou existiu) uma "mística da ISP", em que ao menos alguns conhecimentos por ela tratados, ao extremo da totalidade deles, devessem ficar circunscritos a um determinado "círculo de 'iniciados'". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mística referida parece advir de "outros tempos" em que os produtores de ACT [Análise Criminal Tática (ACT), considerando a também existência de uma Análise Criminal Estratégica (ACE)], bem como os objetos da ACInv [Análise Criminal Investigativa (ACInv), considerando a também existência de uma Análise Criminal de Inteligência (ACI)] estivessem todos eles (analistas e produtos/temas substantivos) vinculados e comprometidos com outros ideais e valores, quiçá distintos dos ideais e valores dos atuais operadores da segurança pública. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;É importante notar também que, em qualquer conjuntura histórica (incluindo a do contexto a que referimos a ISP no "aqui e agora"), o significado da expressão "Inteligência" se apresentará em uma trilogia em que o termo alternativamente representará (i) um método, (ii) uma estrutura administrativa/"órgão" (caso de uma Agência de Inteligência -- AI) ou, (iii) um produto/"documento" (caso dos atuais Relatórios de Inteligência -- "RelInts"). &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TH_GZwrNHkI/AAAAAAAAAJQ/Jq9vTUaxKRc/s1600/escada_mistica.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TH_GZwrNHkI/AAAAAAAAAJQ/Jq9vTUaxKRc/s200/escada_mistica.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;É possível mistificar certas "estruturas administrativas" e/ou seus "produtos", considerando a trilogia acima referida. Mas parece impossível poder fazer o mesmo com referência a um "método". O método a que refiro é uma "entidade intelectual" e, por isso mesmo, em sua utilização, pode ser aplicado por qualquer um, independente da estrutura administrativa de pertencimento de quem o aplica ou da formalidade que se empreste ao objeto ou documento por ele produzido. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A obra de Umberto Eco -- "O Nome da Rosa" – é bastante emblemática da independência que pode ter o operador de um método investigativo, mesmo em oposição a outros operadores, tão empoderados quanto foram os inquisidores medievais... Não é por outra razão que hoje toma corpo uma "Inteligência Corporativa", "Inteligência Empresarial" ou como quer que se possa chamar uma atividade que tem no "método" sua interface com a "Inteligência Clássica" ou "Inteligência de Estado". &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Tudo isso escrito e aqui posto, retornamos a questão da "mística" da Inteligência de Segurança Pública, para sugerirmos que o "método" da AC/ISP, tanto enquanto "entidade intelectual" (livre para utilização por qualquer um que possa compreendê-lo e dele fazer uso) quanto pela sua necessidade para o encaminhamento dos graves problemas atuais de segurança pública do país (incluindo a realização futura no país de dois mega-eventos internacionais -- em 2014 e 2016), é algo possível e comprovadamente efetivo e necessário -- independente de outras variáveis -- incluindo má lembranças de um tempo que já passou...&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Prof.Doutor George Felipe de Lima Dantas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(61) 3393-6468 e/ou 9952-6290&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://blogandoseguranca.blogspot.com/"&gt;http://blogandoseguranca.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="mailto:delimadantas@gmail.com"&gt;delimadantas@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-4437669450969810538?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/4437669450969810538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=4437669450969810538' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/4437669450969810538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/4437669450969810538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2010/09/mistica-da-inteligencia-de-seguranca.html' title='A &quot;MÍSTICA&quot; DA INTELIGENCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (ISP)'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TH_GZwrNHkI/AAAAAAAAAJQ/Jq9vTUaxKRc/s72-c/escada_mistica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-8685674613419990874</id><published>2010-07-02T17:09:00.000-03:00</published><updated>2010-07-02T17:09:37.663-03:00</updated><title type='text'>INTELIGÊNCIA DE FONTES ABERTAS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;George Felipe de Lima Dantas e&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Celso Moreira Ferro Júnior&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Existe uma “nova maneira antiga” de produzir informação de significação estratégica, sob a norma de conhecimento de valor político, econômico, social, militar e até mesmo civil, tanto na atividade comercial quanto de marketing político. Tal fenômeno transcende os conceitos clássicos do que seja informação e respectiva atividade de inteligência (“’espionagem civil’ em um novo século”?). Seria o caso de uma “Nova Inteligência da Era da Informação”? – Parece que sim...&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TC5HR3eMsWI/AAAAAAAAAJA/8BbPYfG4Fp4/s1600/Imagem18.png" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="164" rw="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TC5HR3eMsWI/AAAAAAAAAJA/8BbPYfG4Fp4/s320/Imagem18.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;É isso que ocorre quando grandes quantidades de dados e informações, profusamente produzidos, transmitidos e hoje disponíveis na chamada “Era da Informação”, passaram a poder ser reunidos, organizados, “colados” e analisados, do que resulta um conhecimento que servirá para instrumentar o processo decisório, tanto de agentes do setor público quanto privado.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Essa “Nova Inteligência da Era da Informação” abarca novos conceitos, incluindo o de “Inteligência de Fontes Abertas” (IntelFA). Ela é uma forma de gestão do conhecimento, com a coleta de informação e conseqüente produção de conhecimento (atividade conhecida e mistificada glamourosamente quando se utiliza de meios encobertos/clandestinos para obter o chamado “dado negado”…), mas que hoje pode envolver, e tão somente encontrar, selecionar e adquirir informação de fontes de acesso público, depois processada em conhecimento de valor preciso, útil e oportuno para diversas finalidades públicas e privadas pré-determinadas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A expressão “Fonte Aberta”, em conotação com a IntelFA, não tem nenhuma relação com a mesma expressão quando utilizada no contexto da Tecnologia da Informação. Com tal significação, a mesma expressão -- “fonte aberta” -- indica que um determinado produto informacional não está “fechado” em termos de preservação de segredos da sua arquitetura e funcionalidade lógica (algoritmos inclusive) e propriedade intelectual correspondente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A IntelFA tem como “matéria prima” vários tipos de informações. Ela pode valer-se de fontes midiáticas, circunstância em que sua matéria prima para processamento estará disponível originalmente em jornais, revistas, programas de televisão e de rádio, ou contida em outros tipos de fontes jornalísticas hoje existentes no ambiente virtual da rede mundial de computadores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A IntelFA também pode valer-se de material proveniente do mundo virtual, sem que ele seja, entretanto, midiático. É esse o caso em relação a produtos das modernas "comunidades sociais", em suas diferentes expressões. Uma característica marcante de tal tipo de fonte é o fato dele ser “de conteúdo gerado pelo próprio usuário”. É esse o caso das redes sociais, sítios pessoais em geral, sítios de material visual compartilhado, “wikis”, blogs e similares. Em tempos de "marketing eleitoral", essas fontes estão assumindo um significado todo especial, fazendo parte de um embate político-eleitoral que apenas começa a ser detectado e avaliado. Um dos marcos desse novo "campo de enfrentamento" foi a própria eleição presidencial dos EUA. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um outro tipo de IntelFA lida com insumos que derivam da área oficial. Eles incluem fontes documentais tão diversas quanto “diários oficiais”, orçamentos públicos, processos de licitatórios, processos legislativos, contratos públicos, etc. Importante enfatizar que existe no Brasil uma vasta gama de documentos do gênero que precisam estar disponíveis publicamente, dado o princípio da “publicidade” que é necessariamente aplicado no caso de “negócios públicos”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra das fontes da IntelFA resulta de atividades estritamente de observação e descrição. É o caso da observação realizada por pequenas aeronaves não-tripuladas (recurso hoje comum em vários países do mundo atual); sistemas de monitoramento de radio-transmissão (vários deles resultantes da chamada “Guerra Fria”); sistemas de observação por satélite (caso do "Google Earth"), Sistemas de Circuito Fechado de Televisão” (CFTV), etc. Vale destacar a relevância global dos atuais produtos e serviços do “Google Earth”, oriundos das atividades de diferentes empresas do setor privado, quando antes isso somente seria possível em situação monopolizada por órgãos de Estado ou, no mínimo, sob estrita tutela governamental indireta. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra fonte da IntelFA pode ser identificada no meio acadêmico ou técnico-profissional. É o conhecimento comunicado em artigos, conferências, encontros, simpósios, etc, bem como documentação especializada regularmente difundida por organizações especializadas técnico-profissionais. Aí estão incluídos tanto órgãos para-estatais quanto privados de razoável nível de credibilidade – as chamadas organizações não-governamentais (ONGs), tão em moda na contemporaneidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma característica peculiar da informação do século 21 é o fato dela poder assumir uma dimensão geoespacial. Por isso mesmo, a IntelFA inclui não apenas textos não-estruturados, codificados em linguagem semântica ordinária. Ela hoje inclui também mapas, dados de navegação (como os hoje populares dados de sistemas de navegação por geoposicionamento por satélites para orientação de veículos privados), imagens terrestres tomadas por satélites para utilização comercial e outras tantas informações mais de codificação geoespacial. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Importante notar que os "insumo informacionais" da IntelFA não estão necessariamente “web based” (contidos na rede mundial de computadores), podendo estar disponíveis, por exemplo, em arquivos de Sistemas de Informação Geográfica (Geographic Information Systems – GIS) contidos em mídia comum de transporte e circulação de arquivos digitais. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É importante ter em mente que a IntelFA não pode ser confundida com a atividade de pesquisa genericamente considerada. Ainda que tanto uma atividade quanto a outra resultem na criação de conhecimento, o produto resultante da IntelFA resulta da aplicação do “método de inteligência”, do que decorre que seus produtos guardem, função disso, a peculiaridade de poder apoiar processos decisórios específicos e envolvendo atores e organizações pré-determinadas.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A peculiaridade da IntelFA pode ser percebida a partir de suas definições. Uma delas é a provida pelo Diretor de Inteligência dos EUA e pelo Departamento de Defesa daquele mesmo país: “A Inteligência de Fontes Abertas (Open Sources Intelligence) é produzida a partir de informação publicamente disponível e que é coletada, explorada e disseminada de maneira oportuna, para uma audiência apropriada, com o propósito de atender um requisito específico de inteligência”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A inserção de organizações do setor privado na produção de IntelFA é um fato incontestável nos tempos atuais. Nos EUA já existem empresas formalmente estabelecidas como “vendedoras de IntelFA”. E isso é tão verdadeiro que a IntelFA consta como item do Código Comercial do Escritório de Gestão e Orçamento dos EUA – sob a “rubrica de ‘Forças de Apoio Direto’”, sob o número M320 -- Coleta e Processamento de Inteligência de Fontes Abertas. O item está assim numerado e classificado, inclusive, enquanto objeto comercial do interesse do Ministério da Defesa dos EUA. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A IntelFA está produzindo uma verdadeira "revolução silenciosa" nos ambientes clássicos da atividade de Inteligência. É o lado oculto, para a maioria, de algo conhecido e bastante utilizado, ainda, apenas por alguns. Os benefícios disso apenas começam a aparecer...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-8685674613419990874?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/8685674613419990874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=8685674613419990874' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/8685674613419990874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/8685674613419990874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2010/07/inteligencia-de-fontes-abertas.html' title='INTELIGÊNCIA DE FONTES ABERTAS'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/TC5HR3eMsWI/AAAAAAAAAJA/8BbPYfG4Fp4/s72-c/Imagem18.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-6191328725524183811</id><published>2010-05-26T16:19:00.001-03:00</published><updated>2010-05-26T16:22:42.702-03:00</updated><title type='text'>O RACIOCÍNIO DA ORGANIZAÇÃO POLICIAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Existe uma relação entre atividade de inteligência e investigação criminal. Na verdade, a inteligência tem por objetivo processar informações, geralmente em larga escala para assessorar a investigação criminal. A inteligência é um instrumento pelo qual a investigação criminal atua no estudo e compreensão de fatos complexos ou conjunto de fatos em sua evolução no tempo. Atua com mais ênfase no campo diacrônico com a análise de conjunto dos fenômenos sociais, criminais que ocorrem e se desenvolvem através do tempo e espaço.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S_106Ma5MQI/AAAAAAAAAI4/N9Rf7de9X8o/s1600/Inteligencia.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S_106Ma5MQI/AAAAAAAAAI4/N9Rf7de9X8o/s320/Inteligencia.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;Uma visão holística da criminalidade é considerada na sua relação com uma totalidade maior, através da qual adquire sentido quando se faz a descoberta de ligações pertinentes de forma integral de diversos fenômenos. O que é relevante no entendimento integral dos fenômenos é sua contraposição ao procedimento simplesmente estatístico e analítico (quantitativo) em que os elementos são tomados isoladamente. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Inteligência Policial e a investigação criminal trabalham em um ambiente informacional, e de certa forma, através de inúmeras evidências antes de obter a informação com significado. As evidências provêm de um conjunto de fontes diversas onde o analista busca inicialmente o conhecimento: bases de dados, sistemas informacionais, notícias, observações de comportamentos, entrevistas, relatórios, informantes, reconhecimento fotográfico e de comunicações diversas para depois avaliar possíveis soluções e respostas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Tholt (2006) a avaliação de evidências como uma etapa crucial na análise, mas, em que evidências as pessoas confiam e como elas as interpretam, são influenciadas por uma variedade de fatores exógenos. As informações apresentadas em detalhes concretos e vivos freqüentemente têm impacto não garantido e as pessoas tendem a desconsiderar informações estatísticas ou abstratas que possam ter maior valor evidente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Organizações policiais, especialmente aquelas voltadas à atividade investigativa começam a perceber que a administração da informação é uma condição estratégica. A necessidade de produzir conhecimento de forma mais rápida, em razão da complexidade e velocidade que ocorrem os fatos, vem sugerindo a necessidade de implementação de processos de gestão da informação com o suporte da Inteligência da organização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Geralmente a atividade policial depara-se com situações complexas, onde a tomada de decisões implica na possibilidade de tomar decisões perante os problemas da criminalidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Inteligência Organizacional considera a eficácia global de sua organização, do ponto de visão da sua inteligência total, ou sua habilidade para fazer coisas de um modo “inteligente”. A Inteligência organizacional pode ser definida como a capacidade de uma organização para mobilizar tudo de sua capacidade intelectual, e para foco que capacidade intelectual em alcançar sua missão. Organizações tendem a se derrotar desperdiçando energia humana e falindo na capitalização da inteligência das pessoas. Organizações "inteligentes" tendem a ter sucesso pela multiplicação da inteligência pelas pessoas e os processos que são desenvolvidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na atual conjuntura, a sociedade está afundada num quadro de criminalidade e violência que modifica hábitos, aumenta gastos de governos, atinge vidas humanas. A Inteligência é quase cotidianamente invocada como uma das atividades capazes de apontar um caminho para a solução desse problema. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atualmente, a Inteligência deixou de ser um instrumento à disposição somente de governantes para se tornar atividade de produção de conhecimento para qualquer organização que necessita de significados perante situações desconhecidas no ambiente. Numa organização policial, por exemplo, o que diferencia sua formatação da Inteligência clássica é a finalidade, definida pelas necessidades peculiares de conhecimentos sobre o crime e como as ações delitivas se desenvolvem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na questão da segurança pública, a Inteligência configura–se como o segundo elemento de um binômio indissolúvel. Uma necessidade intrínseca. Operada com competência por profissionais especializados com utilização da Tecnologia da Informação, disponibiliza conhecimentos a respeito da ameaça representada pelo crime estruturado e suas ações complexas. Favorece também, suporte às investigações de crimes de massa, assegurando melhores condições de atividade operacional ao homem da ponta da linha - o policial investigador ou o policial ostensivo em contato com o criminoso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A inteligência policial atua com uma visão sistêmica da organização, contemplando todas as suas necessidades operacionais. Como atividade de assessoramento da investigação criminal desenvolve técnicas e habilidades de monitoração do crime para a efetividade das ações policiais. Monitoração é a tarefa de ficar observando os fatos e produzir conhecimento antecipado sobre os eventos criminosos. Significa ter possibilidade de ação pró-ativa e promover alertas para decisão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enxergar alguns passos à frente não significa que você precisa de uma bola de cristal, você somente precisa se preparar para as possibilidades incertas. O que faz um processo de alerta antecipado válido é a habilidade da organização para ajudar a evitar conduzir-se no alcance somente de resultados específicos, em detrimento da identificação de sinais do todo do ambiente (FULD, 2007). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FULD, L. M. Inteligência Competitiva: Como se manter à frente dos movimentos da concorrência e do mercado. Editora Campus/Elsevier. Rio de Janeiro. 2007. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;THOLT, Carlos. Decida com Inteligência. Capítulo 10. Predisposições na Avaliação de Evidências. Editora Thesaurus. Abraic. 2006.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-6191328725524183811?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/6191328725524183811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=6191328725524183811' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/6191328725524183811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/6191328725524183811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2010/05/o-raciocinio-da-organizacao-policial.html' title='O RACIOCÍNIO DA ORGANIZAÇÃO POLICIAL'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S_106Ma5MQI/AAAAAAAAAI4/N9Rf7de9X8o/s72-c/Inteligencia.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-1484908555659607740</id><published>2010-04-30T18:39:00.001-03:00</published><updated>2010-04-30T18:40:16.647-03:00</updated><title type='text'>A COMUNICAÇÃO E A INTELIGÊNCIA DA ORGANIZAÇÃO POLICIAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A comunicação é um componente da Inteligência Organizacional que está além das transmissões em redes de computação e informativos internos administrativos. Refere-se também aos recursos disponíveis, e quase todos de caráter verbal, como a propaganda, divulgação da imagem e fixar a identidade da organização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contempla recursos de propaganda, habilidade de produzir contrapropaganda desenvolver ações relativas à desinformação. Não se resume simplesmente no ato de realizar contatos com a imprensa, mas definir também procedimentos para os discursos formais de diretores, processos para enunciar a política e a estratégia institucional, bem como promover a difusão e a publicação de resultados. Até aqueles atos mais sutis, normalmente não entendidos ou não considerados expressivos, como os da visualidade da organização e da gestualidade dos dirigentes, a arquitetura das instalações físicas, a postura e vestimenta das pessoas, o atendimento acessível e celeridade de serviço, são importantes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em síntese, é a forma de transmissão de informações e conhecimentos que flui em uma organização ou fora dela, entre atores humanos e em sistemas, além daquelas trocas que ocorrem entre uma organização e seu ambiente formal de relação profissional (imprensa, comunidade, órgãos de governo etc.). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É evidente que a presença de processos de comunicação não deve ser entendida apenas como complementos da estratégia organizacional, mas sim como componentes essenciais na construção de uma estratégia comum. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S9tN7A9ad4I/AAAAAAAAAIw/TSTenuCO99w/s1600/Imagem1.png" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S9tN7A9ad4I/AAAAAAAAAIw/TSTenuCO99w/s320/Imagem1.png" tt="true" /&gt;&lt;/a&gt;A comunicação organizacional necessita ser entendida de maneira integral, como um componente que atravessa todas as ações da organização e configura de forma permanente, a construção da cultura e a identidade. Cada vez mais se torna evidente como os processos de comunicação contribuem para desenvolver formas de inter-relação mais participativas e, portanto, mais comprometidas, dando maior flexibilidade às organizações como base de sua permanente transformação e facilitando sua interação social de modo responsável para conjugar seus interesses com as condições culturais, econômicas e políticas nas quais se movem (CARDOSO, 2006). &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Assim, surgem novas dimensões para a comunicação organizacional, que a vejam como um processo amplo, que se confunde com a própria estratégia da organização, e não a restringe apenas às situações internas da organização ligadas a atos de pessoas e departamentos. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Na definição de Lévy (1993), comunicação são palavras, frases, letras, sinais ou caretas que interpretam, cada um à sua maneira, a rede de mensagens da organização que influi sobre o significado das mensagens futuras. Um sistema de comunicação significa uma teia de relações com características de rede de informações. O conhecimento como rede tem sido a metáfora mais adequada, não importa muito, portanto, onde estão depositadas as grandes massas de informações. O que verdadeiramente interessa é que elas transitem, cresçam, aperfeiçoem-se na interconexão e sejam colocadas à disposição no momento certo, para as pessoas certas, na medida adequada para nos ajudar a resolver questões específicas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A quantidade de informações existentes em organizações policiais que pode ser transformada em conhecimento é imensa. Por isso mesmo é fácil perceber que o foco da questão, nos dias atuais, não é mais a quantidade de informação produzida, mas sim a qualidade e a abrangência da informação e a estrutura de comunicação que permite seu aproveitamento pela organização. A comunicação e a estrutura da informação referem-se à condição de transformar a imensa massa de informações em conhecimento pertinente. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A comunicação implica uma estrutura de movimento informacional no espaço sem fronteiras. A comunicação estende suas ligações em forma de tentáculos num ambiente distribuído de conhecimentos. Portanto, numa dimensão coletiva, a estrutura de informação na comunicação refere-se ao compartilhamento entre todos, na medida em que cada nova informação e conhecimento acumulado pelo sistema promove uma interação de diviersos setores. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A necessidade de interação com o movimento das informações nos remete a uma idéia e dimensão de ciberespaço, como na forma do hipertexto, considerando aqui os aspectos de organização de conhecimentos, dados, informações e comunicação de forma não-linear (FACHINELI, RECH, MATTIA, 2005). Neste ponto de vista, o hipertexto é um dispositivo de representação e de comunicação que pode ser utilizado como metáfora para a compreensão do processo comunicacional e funcionamento do sistema em rede da organização.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desta forma, numa organização policial a comunicação produz um universo de sentido circular da comunicação, ou seja, cada informação ou cada conhecimento novo gerado estimula toda a rede da organização policial e contribui para a remodelação da rede.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Participar de uma rede organizacional envolve, portanto, algo mais do que apenas trocar informações ou informes a respeito dos trabalhos que um grupo realiza isoladamente. Esta rede significa comprometer-se a realizar conjuntamente ações compartilhadas anexando valor e atuando de forma flexível, transpondo, assim, fronteiras geográficas, hierárquicas, sociais ou até políticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A constituição de uma teia de relações em torno de objetivos delimitados e fortemente compartilhados, articulada para a concretização de atividades diversas e mutáveis, amplia o campo de ação das organizações, gerando aumento do potencial competitivo (AYRES, 2001).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerando o contexto da investigação criminal, a comunicação produz uma malha e tráfego de informações compartilhadas, ao mesmo tempo em que contribui para a compreensão dos processos investigativos inerentes ao fenômeno criminal como um todo, potencializando toda a atividade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;AYRES, B. R.C. Os centros de voluntários brasileiros vistos como uma rede organizacional baseada no fluxo de informações. Revista de Ciência da Informação, v.2, n.1, fev/2001.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CARDOSO, O. O. Comunicação Empresarial Versus Comunicação Organizacional: novos desafios teóricos. 2006. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rap/v40n6/10.pdf. Acesso em: 23/07/2006.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FACHINELLI, A. C., RECH J. e MATTIA, O. M. A Dinâmica da Informação na Comunicação Organizacional: A Perspectiva do Hipertexto e da autopoiese1. Universidade de Caxias do Sul (UCS). 2005. Disponível em: http://sec.adaltech.com.br/intercom/2005/resumos/R1647-1.pdf. Acesso em: 23/07/2007.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;LEVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: O Futuro do Pensamento na Era da Informática. Editora 34. 13ª Edição em 2004. São Paulo. 1993.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-1484908555659607740?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/1484908555659607740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=1484908555659607740' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/1484908555659607740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/1484908555659607740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2010/04/comunicacao-e-inteligencia-da.html' title='A COMUNICAÇÃO E A INTELIGÊNCIA DA ORGANIZAÇÃO POLICIAL'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S9tN7A9ad4I/AAAAAAAAAIw/TSTenuCO99w/s72-c/Imagem1.png' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-3589824742767192227</id><published>2010-03-23T12:57:00.001-03:00</published><updated>2010-03-23T16:44:46.440-03:00</updated><title type='text'>A APRENDIZAGEM NA ORGANIZAÇÃO POLICIAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A aprendizagem organizacional tem como pano de fundo a gestão da informação (BEMFICA, BORGES, 1999). Nas organizações modernas, prolifera a construção de modelos de aquisição de conhecimento organizacional baseado em infra-estruturas e sistemas em redes que se tornam fontes básicas de informação acessível por todas as pessoas e setores na busca de significados para a solução de problemas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No contexto da investigação criminal, ou seja, acerca de como obter aprendizagem por meio de um processo cognitivo, é necessária uma abordagem menos fundamentada e mais pragmática do tema da informação como recurso essencial à investigação criminal. Conceitualmente, informações é em larga medida, instrumental, e matéria prima da investigação criminal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Investigação criminal é um conjunto de procedimentos para o esclarecimento de fato delituoso e descoberta de autoria. É um conjunto de providências informativas desenvolvidas para esclarecer condutas criminosas. Tem como base a instrução, conjunto de dados e informações coletados para formar a convicção. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse sentido as organizações policiais não podem prescindir de enormes avanços em infra-estrutura tecnológica em relação ao próprio funcionamento e no tratamento de quantidade imensurável de informações, incrementando áreas específicas de análise e gestão do conhecimento, comunicação formal e informal, administração de redes e logística. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão básica se refere à efetiva estrutura de gestão da informação, promovendo uma adaptação do sistema e reconstrução de procedimentos para a inovação da investigação criminal, tecnicidade, análise e integração de bases informacionais. Na essência, o processo conduz as organizações policiais para aumento da capacidade investigativa com visão de contexto, global e em rede multidimensional, cujo processo caminha para a multiplicação de de habilidades, gerando aprendizagem contínua. Isso demonstra de forma pragmática a necessidade de alteração de procedimentos investigativos e reestruturação do circuito do método e o fluxo da informação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A atualização da doutrina da investigação criminal ocorre pelo ciclo de aprendizagem que envolve a crítica de várias regras empíricas, tradicionais, procedimentos e o funcionamento do processo atual. Uma das grandes barreiras é a legislação processual penal. Entretanto, há uma relevante importância no processo de coleta, armazenamento, interpretação e análise da informação, cujo principal resultado é inovar os procedimentos investigativos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que muda na organização policial é a perspectiva de visão dos fatos que ocorrem no ambiente social, principalmente em casos complexos. Alguns fatores evidenciam a capacidade de visão ampliada do crime e as vezes preditiva na aplicação da análise de vínculos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Rápida identificação de relacionamentos, participação, co-autoria e associação;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Capacidade aumentada pela extração de volume de informações e fluxo de comunicações entre criminosos, gerado pela análise dos dados de ligações decorrentes da interceptação telefônica;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Verificação da movimentação financeira e ramificações de contas bancárias (lavagem de dinheiro);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Constatação de transferência de bens móveis e imóveis;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Demonstração gráfica do movimento do crime pela análise do posicionamento de sinais nas estações de rádio base das operadoras de telefonia;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Detecção instantânea do vínculo e reatividade de pessoas com fatos e ocorrências armazenadas;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Localização textual de argumentos e palavras nas bases armazenadas em tempo real e associação de documentos e textos referente a assuntos semelhantes;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Visualização de várias entidades num mesmo gráfico, sendo que entidade é uma representação para identificar a natureza das informações no sistema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Além dos aspectos acima, a organização policial ganha em celeridade das demais atividades acessórias, a partir da condição de que todos têm acesso ao conhecimento novo armazenado no “Cérebro de Informações” da Organização. No nível estratégico, a memória de inúmeros casos solucionados, evita-se diligências repetitivas para a busca de informações, ou seja, retrabalho cumulativo. &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;No nível operacional, principalmente pelo exercício do monitoramento, os setores investigativos conseguem detectar uma re-atividade de ações e de criminosos que agem novamente com outros comparsas, podendo-se ainda, pela ação da Inteligência, se antecipar na identificação de conexões de grupos (quadrilhas) com outros grupos e sua atuação interestadual. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S6jktgaDvaI/AAAAAAAAAIg/6vcXblnYZzo/s1600-h/Sem+t%C3%ADtulo.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="169" src="http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S6jktgaDvaI/AAAAAAAAAIg/6vcXblnYZzo/s320/Sem+t%C3%ADtulo.bmp" vt="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dependendo da massa de informações que o investigador obtém e a complexidade das relações ilícitas possíveis que surgem no caso investigado, ele passa a ter dificuldades de estabelecer as conexões lógicas dos fatos e realizar as associações necessárias entre pessoas, empresas, objetos etc. É nesta situação que um sistema (processo de fluxo de informação) como se fossem neurônios apresenta sua importância, bem como a atuação do analista que interage entre o investigador e a tecnologia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é difícil deduzir que em pouco tempo todo investigador tornar-se-á um analista e fará uso da análise antes da investigação, operando a rede de conhecimento, obtendo uma aprendizagem dinâmica a cada situação nova.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Choo (2003), o conhecimento reside na mente dos indivíduos, e esse conhecimento pessoal precisa ser convertido em conhecimento que possa ser partilhado e transformado. Quando existe conhecimento suficiente, a organização está preparada para a ação e escolhe seu curso racionalmente, de acordo com os objetivos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As organizações policiais articuladas para a aprendizagem adquirem uma compreensão de que a ação eficaz é devido ao resultado dinâmico de relações entre informações, eficiência potencial e relacionamentos interpessoais, eficiência real, permitindo modificações substanciais nos seus procedimentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Chiavenato (2004) a eficiência potencial compreende as tarefas, instalações físicas, equipamentos e instrumentos utilizados, envolve a tecnologia e a operação das tarefas. A eficiência real compreende as pessoas, sua características físicas e psicológicas, relações sociais entre indivíduos encarregados da tarefa e sua organização formal e informal na situação de trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na verdade, a soma de habilidades (experiência e análise com tecnologia) torna-se relevante para a organização, pois estabelece um curso de aprendizagem conjunta. Senge (2006) afirma que habilidades desenvolvidas em equipes podem propagar para outros indivíduos e outras equipes e definir o ritmo da organização, estabelecer um padrão para a aprendizagem conjunta de toda a organização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;BEMFICA, Juliana do Couto; BORGES, Mônica Erichsen Nassif. Aprendizagem organizacional e informação. Ci. Inf., Brasília, v. 28, n. 3, 1999. Disponível em: &lt;http: 19651999000300001&amp;amp;lng="pt&amp;amp;nrm=iso" scielo.php?script="sci_arttext&amp;amp;pid=S0100-" www.scielo.br=""&gt;. Acesso em: 16/07/2007. &lt;/div&gt;CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. Elsevier Editora. 3ª edição. Rio de Janeiro. 2004. &lt;br /&gt;CHOO. C. W. A Organização do Conhecimento: Como as Organizações Usam a Informação Para Criar Significado, Construir Conhecimento e Tomar Decisões. Editora Senac São Paulo. São Paulo. 2003.&lt;br /&gt;SENGE, P. M. A Quinta Disciplina: Arte e prática da organização que aprende. Editora Best Seller. 2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-3589824742767192227?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/3589824742767192227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=3589824742767192227' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/3589824742767192227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/3589824742767192227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2010/03/aprendizagem-na-organizacao-policial.html' title='A APRENDIZAGEM NA ORGANIZAÇÃO POLICIAL'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S6jktgaDvaI/AAAAAAAAAIg/6vcXblnYZzo/s72-c/Sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-6784345021342162631</id><published>2010-03-07T14:31:00.004-03:00</published><updated>2010-03-07T18:34:16.832-03:00</updated><title type='text'>CONSULTOR EM INTELIGÊNCIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Sou um consultor civil, autônomo, em inteligência de estado, de segurança pública e privada. Ou seja, minhas atuais atividades técnico-profissionais são completamente desvinculadas da instituição pública a que pertenci no passado, ainda que a atividade de inteligência seja de utilização comum, tanto na esfera pública quanto privada. É preciso compreender que a atividade de inteligência tem várias vertentes, uma delas, a empresarial, organizacional ou competitiva, possuindo inclusive várias associação de profissionais da área, com registro público (em nível nacional e internacional) e aberta a associados de toda e qualquer origem técnico-profissional e instituição de origem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Os métodos e produtos da atividade de inteligência, respeitados os limites da legislação, são utilizados em proveito de clientes públicos e privados, tal qual na atividade advocatícia que estou autorizado a exercer de acordo com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/DF Inscrição Número: 29838. Ou seja, não há desdouro, da parte do profissional autônomo de inteligência, em ser consultado e contratado por operadores políticos (tal qual os da área de "marketing político"), da mesma forma que não há em colocar seus serviços à disposição de empresas privadas e que competem no mercado de bens e serviços visando atingir uma posição de vantagem na oferta de seus produtos e "sobreviver" em um regime de livre competição regido e tutelado pelas normas vigentes no Estado Democrático de Direito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Por definição, os operadores da atividade de inteligência são assessores da instância máxima da instituição ou organização e que pertencem, em não sendo autônomos. No caso das instiuições policiais brasileiras, a instância máxima é o chefe do Poder Executivo da unidade federativa considerada ou da união. Um Chefe de Polícia ocupa um cargo comissionado de indicação do Chefe do Poder Executivo correspondente, o que pressupõe lealdade funcional, condição talvez conflitante com certas operações de inteligência policial, bem como com a confiabilidade de seus produtos em determinadas circunstâncias específicas. Mas assim é que&amp;nbsp;acontece, seja em nível local ou federal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Sou um egresso da vida pública em instituição pertencente ao Poder Executivo do Distrito federal, que buscou preparar-se para uma segunda carreira, tal qual fazem, de igual maneira, os técnicos, como eu, egressos do Poder Executivo e Judiciário dos entes federativos e do poder central. Tenho titulação acadêmica de Mestre em Ciência em Tecnologia da Informação e Gestão do Conhecimento, sou autor de obras publicadas e em preparação versando sobre a atividade de inteligência, bem como assino inúmeros trabalhos disponíveis, tanto em públicações disponíveis comercialmente quanto de acesso público e universal na rede mundial de computadores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. O livre ofício privado de atividade originalmente aprendida e/ou iniciada na vida pública é um direito de profissionais liberais, após deixar o serviço público, sejam eles de qualquer origem técnico-profissional e/ou institucional. É preciso, portanto, enfatizar, neste momento, que não consta em lei nenhuma vedação de que o exercício da atividade de assessoria/consultoria em inteligência, seja ela pública ou privada, deva ser diferente, em seu livre exercício, inclusive em relação aos profissionais que exercem tal atividade sendo oriundos da área da gestão da segurança pública. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-6784345021342162631?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/6784345021342162631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=6784345021342162631' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/6784345021342162631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/6784345021342162631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2010/03/consultor-de-inteligencia.html' title='CONSULTOR EM INTELIGÊNCIA'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-5704209464515482549</id><published>2010-01-26T18:47:00.001-02:00</published><updated>2010-01-26T18:52:34.361-02:00</updated><title type='text'>A MEMÓRIA DE UMA ORGANIZAÇÃO POLICIAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A memória é um conjunto de ações na organização para capacitá-la a preservar, recuperar e utilizar sua experiência (informação sobre sucessos e falhas passadas) e, assim, aprender por meio de sua própria história. As informações e o conhecimento novo adquirido pela organização devem estar disponíveis para serem utilizados em decisões futuras. Geralmente a forma como que as pessoas e setores desenvolvem suas atividades não é sistemática. Algumas vezes elas trabalham sincronizadas, porém, na maioria das vezes elas têm um foco e visão dos problemas bem diferentes, sem saber que o conhecimento e a solução existem na organização. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Euzenat (1996) explica que memória organizacional é um repositório do conhecimento e experiências do conjunto dos indivíduos que trabalham em uma organização, tendo por finalidade preservar o conhecimento, a fim de permitir a socialização, uso, reuso, inovação e transformação do mesmo. Pode ser comparada a uma rede virtual sobre o ser humano e à experiência dos mesmos (tácita ou representada explicitamente) disponíveis em uma organização.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A aquisição de conhecimentos na organização deve ser feita através da aquisição e circulação de informações numa rede de comunicação (STEIN, 1995). O autor afirma que nas mensagens pela rede de comunicação, a informação pode ser mantida por longos períodos, mesmo com pessoas entrando e saindo. O conhecimento compartilhado e os valores emergem destes contínuos processos de comunicação, contribuindo para o desenvolvimento de mapas cognitivos compartilhados. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não existe ainda uma definição completa de memória organizacional. O senso mais geral para definir a memória organizacional está dirigido em como poder usar de novo uma experiência acumulada pela organização, também relevante àqueles esforços da organização, em considerar um repositório de informações que proporcione conhecimento como uma mistura fluida de experiência moldada, valores, informação de contexto, e uma estrutura para incorporar experiências novas pelo fluxo de informações (ATWOOD, 2002). Nas organizações a memória está embutida freqüentemente não só em documentos ou repositórios, mas também nas rotinas, processos, práticas, e normas. É a memória presente na cultura da organização. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A cultura se refere ao padrão de desenvolvimento refletido no sistema de conhecimento, ideologia, valores e regras. Ela é de considerável relevância para a compreensão das organizações e auxilia na formação de aspectos de funcionamento corporativo, estratégia, estrutura e a liderança da administração. Uma vez que entendemos a influência da cultura nos comportamentos, percebemos que a mudança organizacional é uma mudança cultural e que todos os aspectos da transformação corporativa podem ser abordados com essa perspectiva (MORGAN, 2006). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A memória da organização poderá permitir e suportar uma mudança gradual na maneira de as pessoas realizarem o trabalho, por meio das experiências precedentes e competências dos recursos humanos da organização. Assim, é um meio através do qual o conhecimento do passado é trazido às atividades atuais. Este processo facilita a identificação e a análise dos recursos organizacionais disponíveis e requeridos, contribuindo para a sua preservação e distribuição subseqüentes, favorecendo a construção de um repositório de conhecimento de acordo com a cultura, do contexto, dos objetivos pretendidos e das necessidades da organização (STEIN, ZWASS, 1995).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S19V6rf-YPI/AAAAAAAAAIQ/io37nm4Bmbo/s1600-h/mem.png" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S19V6rf-YPI/AAAAAAAAAIQ/io37nm4Bmbo/s320/mem.png" /&gt;&lt;/a&gt;Carvalho (2003) exibe as quatro etapas do processo de criação do conhecimento, figura 2, para a construção da memória organizacional que surge pelo processo de armazenamento das informações. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;No processo de captura e criação (Etapa 1) a organização vai explorar as fontes e produzir conhecimentos pela conversão dinâmica e externalização de seu conhecimento tácito. Ambos os conhecimentos, explícito e tácito, podem ser capturados e articulados de maneira colaborativa e participativa, no âmbito da organização. Durante o processo de criação do conhecimento, há interação entre conhecimentos existentes. Este efeito é particularmente observável se o processo de descoberta de conhecimento é aberto, colaborativo e participativo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No processo de armazenagem (Etapa 2) serão selecionadas as metodologias e técnicas para codificação e armazenamento do conhecimento, visando ao uso de soluções reutilizáveis. Nesta fase pessoas e setores constituídos na etapa 1 deverão identificar e criar conceitos para representar o conhecimento em um sistema computadorizado. Para tanto, se faz mister escolher técnicas para codificação e representação do conhecimento, escolher ontologias apropriadas ao contexto, e definir, tecnicamente, qual o tipo de estrutura computacional suportará uma memória organizacional a ser construída. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante a distribuição e aplicação do conhecimento (Etapa 3) poderá se ter acesso a uma memória organizacional que servirá como um mecanismo de apoio para a implementação de soluções organizacionais e melhoria de práticas de trabalho, bem como possibilitará uma melhor definição dos objetivos estratégicos e táticos. Nesta etapa, é compartilhado conhecimento dentro de uma organização pessoas por grupos funcionais diferentes, que podem estar localizados, muitas vezes, em áreas diferentes da organização. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na transformação e inovação (Etapa 4) cada aplicação dos conteúdos do repositório de conhecimento vai gerar informações e lições. Com base na experiência dos usuários do repositório, poder-se-á aprimorar o conhecimento organizacional, permitindo melhoria do processo de modelagem, bem como novas práticas de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maioria das organizações policiais não são funcionalmente integradas, são fortemente hierarquizadas e estruturadas como se fossem máquinas, isto é, organizações burocráticas. Os diferentes componentes de um sistema policial, em geral, são capazes de realizar suas tarefas e executar as atribuições específicas de forma separada, e frequentemente isto acontece devido às atribuições rigidamente definidas em normas. Embora possa haver aparente integração de esforços operacionais, algumas instituições trabalham de forma independente, compartimentando informações. Isto traz como conseqüência a formação de repositórios isolados, que no aspecto da gestão da informação, constitui grave obstáculo ao sistema como um todo. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A essência da teoria clássica da administração e de sua moderna atuação sugere que organizações devem ser sistemas racionais, tendo por objeto uma forma nos seus procedimentos para funcionar da maneira mais eficiente possível (MORGAN, 2006). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A eficiência de uma organização policial depende dos procedimentos de armazenamento e processamento de informações totais. Diante do volume de dados disponíveis e a complexidade das ações, dirigentes (Autoridades Policiais) tomam decisões processando informações com referência às necessidades e casos novos que surgem. As decisões estratégicas, o desenvolvimento de políticas e os planos, por sua vez, fornecem novos rumos para o processamento de mais informações e o desenvolvimento do processo precisa ficar mais eficaz em direção à propagação e distribuição do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ATWOOD, Michael E. Organizational Memory Systems: Challenges For Information Technology. Drexel University College of Information Science and Technology Philadelphia, PA. 2002. Disponível em: &lt;csdl2.computer.org 04="" 14350104.pdf="" 1435="" 2002="" comp="" hicss="" proceedings=""&gt;. Acesso em: 16/10/2006.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CARVALHO, F.S. Modelagem Organizacional e Gestão do Conhecimento: O Caso da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Pernambuco. Recife. 2003. Disponível em: www.di.ufpe.br/~ler/trabalhos/tra_dissertacoes/FranciscoCarvalho_dissertacao.pdf. Acesso em: 16/10/2006.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;EUZENAT, J. Corporate Memory Through Cooperative Creation of Knowledge Bases and Hyper-documents. Franca. 1996. Disponível em: http://ksi.cpsc.ucalgary.ca/KAW/KAW96/euzenat/euzenat96b.html. Acesso em: 13/08/2006. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MORGAN, G. Imagens da Organização. Editora Atlas. São Paulo. 2006.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;STEIN, Eric W. Organizational memory: review of concepts and recommendations for management. International Journal of information Management, vol. 15, nº 2, pp. 17-32, 1995.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;STEIN, E. and ZWASS, V. Actualizing organizational memory with information systems. Information Systems Research 6 (2), 1995.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-5704209464515482549?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/5704209464515482549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=5704209464515482549' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/5704209464515482549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/5704209464515482549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2010/01/memoria-e-um-conjunto-de-acoes-na.html' title='A MEMÓRIA DE UMA ORGANIZAÇÃO POLICIAL'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S19V6rf-YPI/AAAAAAAAAIQ/io37nm4Bmbo/s72-c/mem.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-6129858075581228037</id><published>2009-12-04T18:02:00.004-02:00</published><updated>2009-12-04T19:48:32.951-02:00</updated><title type='text'>GESTÃO COLETIVA DO CONHECIMENTO</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;BADARACCO (1991) descreve que o aumento no volume global de conhecimento levou à especialização dentro de disciplinas científicas. Há um século, um pesquisador consumado podia adquirir uma compreensão geral do estado da pesquisa em quase todas as áreas da ciência; hoje, mesmo dentro dos limites de certo assunto, pessoas de especialidades diferentes podem ter dificuldades de se entenderem. As primeiras duas edições da Enciclopédia Britânica foram produzidas por apenas dois cientistas; atualmente, são necessários dezenas de milhares de especialistas para trabalhar em cada nova edição. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a evolução tecnológica mundial o conhecimento e a informação, ativos intangíveis, estão alcance dos jovens, estudantes, docentes, acessíveis pelas organizações, cientistas e também pelos criminosos. Reflexo da teoria de que o mundo é plano, não existem mais barreiras para acesso a informação, e, a capacidade de obtenção aumenta cada vez mais numa velocidade exponencial. Isto sugere que as mentes ilícitas modifiquem suas ações e possuam a mesmo aumento de capacidade. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/SxmDXAOkYzI/AAAAAAAAAHc/SegoQmazM4A/s1600-h/conheciment.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/SxmDXAOkYzI/AAAAAAAAAHc/SegoQmazM4A/s320/conheciment.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Existe uma relação ação simultânea entre a gestão do conhecimento e a tecnologia; esta relação leva a retornos crescentes e sofisticação crescente em ambas as frentes. À medida que a tecnologia da informação se torna nossa ferramenta pessoal e nossa conexão com os outros, aumenta nossa cobiça em acessar ainda mais informação e conhecimento de outras pessoas, e então demandamos ferramentas de tecnologia de conectividade ainda melhores e mais eficientes, que se tornam parte da forma como trabalhamos na interatividade. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Este é um fenômeno que vem acarretando mudanças no comportamento, no modo de viver das pessoas, no modo de atuação das empresas perante a concorrência, na ação de criminosos, provoca alterações perturbadoras na relação social. É um processo que não tem volta, e no contexto da segurança pública, revela um cenário de necessidade de adaptação do sistema e dos processos investigativos para num modelo mais contemporâneo, com inserção de processamento e interpretação do volume das informações, análise de inteligência, e conseqüentemente a especialização de profissionais preparando-os para atuar no ambiente social complexo, hoje predominantemente virtual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;PROSBST, RAUB e KAI (2002) dizem que as habilidades dos indivíduos são vitais para a base do conhecimento da organização. A capacidade de transformar dados em conhecimento e de utilizá-lo em proveito da empresa torna o funcionário em agente primário do conhecimento da empresa. Entretanto, a perícia técnica dos indivíduos não é o único tipo. Muitos dos processos que são básicos para uma organização bem sucedida dependem mais dos elementos coletivos do conhecimento. Se pessoas de uma organização tiverem êxito em trabalhar produtivamente em conjunto, então a empresa adquire uma competência organizacional que forma um elemento coletivo em sua base de conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;NONAKA &amp;amp; TAKEUCHI (1997) conhecimento está essencialmente relacionado à ação humana. A Informação pode ser vista de duas perspectivas: A informação sintática (ou o volume de Informações) e a informação semântica (ou o significado). Uma informação sintática encontra-se na análise, na qual o fluxo de informações é medido sem levar em consideração o significado inerente. O aspecto semântico da informação é mais importante para a criação do conhecimento, pois concentra-se no significado transmitido. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Para os autores se limitar o escopo da consideração apenas para o aspecto sintático, não se pode captar a verdadeira importância da informação no processo de criação do conhecimento. Qualquer preocupação com a definição formal da informação levará a uma ênfase desproporcional no papel do processamento da informação, que é insensível à criação de novos conhecimentos a partir do mar caótico e equívoco de informações. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;BADARACCO, J.L. How Firms Compete Through Strategic Alliance, Boston, MA: Havard Business School Pres. 1991. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação de Conhecimento na Empresa. “Teoria da Criação do Conhecimento Organizacional”. Editora Campus. 1997.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;PROBST, Gilbert; RAUB, Steffen; ROMHARDT, Kai. Gestão do Conhecimento: Os elementos construtivos do Sucesso - Editora Bookman, 2002. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-6129858075581228037?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/6129858075581228037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=6129858075581228037' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/6129858075581228037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/6129858075581228037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2009/12/gestao-coletiva-do-conhecimento.html' title='GESTÃO COLETIVA DO CONHECIMENTO'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/SxmDXAOkYzI/AAAAAAAAAHc/SegoQmazM4A/s72-c/conheciment.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-8228898785850799670</id><published>2009-11-25T17:54:00.005-02:00</published><updated>2009-11-25T18:52:40.452-02:00</updated><title type='text'>AS FASES DE PENSAMENTO NA ANALISE DE INFORMAÇÕES</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sendo um processo de produção de informação a atividade de análise de inteligência policial ou criminal é também uma atividade mental que envolve percepções sobre o ambiente e uma verdadeira acumulação e incubação de experiências profissionais intimamente ligadas aos valores e cultura das pessoas numa sociedade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;De acordo com Choo (2003) o conhecimento reside na mente dos indivíduos, e esse conhecimento pessoal precisa ser convertido em conhecimento que possa ser partilhado e transformado. Quando existe conhecimento suficiente, a organização está preparada para a ação e escolhe seu curso racionalmente, de acordo com os objetivos. A ação organizacional muda o ambiente e produz novas correntes de experiência, às quais a organização terá de se adaptar, gerando assim um novo ciclo. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A relação entre à formação da experiência e ação do analista com a mudança das estratégias da organização pode ser compreendida por meio das “fases do pensamento criador” de Platt (1974) quando define e explora detalhadamente a atividade mental do analista perante a atividade de produção de informações estratégicas. O autor descreve quatro estágios na mente do analista quando está ativa em direção a produção de informações. São elas: a acumulação, incubação, inspiração e verificação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/Sw2MPxu-WMI/AAAAAAAAAHM/VNuw6pkKP6w/s1600/sinapse.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/Sw2MPxu-WMI/AAAAAAAAAHM/VNuw6pkKP6w/s200/sinapse.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;A acumulação que inclui a fase de coleta que afeta de algum modo à volumosa massa de idéias, conceitos e valores, armazenados na mente do analista, resultado da educação, cultura e experiência. Estes fatores, conscientes ou inconscientes tem grande influencia nas premissas estabelecidas para a análise de informações. A acumulação, portanto, inclui contribuições substanciais de toda a experiência e cultura do analista. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A incubação é estágio formal do pensamento criador. Neste estágio a mente diante das informações adquiridas sobre o problema específico, altera-se naturalmente pelo fundo geral. A maior parte desta atividade mental é inconsciente e constitui, na realidade, espécie de digestão mental e assimilação dos fatos disponíveis na mente. A idéias começam a brotar de modo lógico e com as conexões à mostra, não precisa esperar que esteja completa. O esforço mental na solução de um problema é uma série contínua de tentativas e erros. É um processo regular de experimentar e rejeitar de forma contínua, reconsiderando e buscando soluções adequadas para o problema de acorde com o aspecto probabilístico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A inspiração é o momento de escolher uma tentativa de solução entre um grande número de soluções possíveis. A essa altura formula-se uma ou mais hipóteses para continuação do estudo, abandonando, permanentemente ou temporariamente, outros modos possíveis de abordá-lo, que pareçam menos possíveis. Neste momento, a mente, num instante de inspiração, focaliza um ou dois pontos cruciais e formula hipóteses que explicam seu papel no quadro geral. Em qualquer do problema, onde a mente está obrigada à seleção dos pontos críticos, a seleção é alcançada pelo exame de todas as possibilidades favoráveis, chegando-se metodicamente a uma decisão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verificação corresponde a determinação de conclusões. É o momento da definição das perspectivas mais corretas em relação a análise do problema. Surge a configuração do método mais adequado, as respostas lógicas que se transformam em conclusões; o quadro da situação global é visualizado com mais nitidez e a mente do analista encontra a configuração e representação técnica que deve ser inserida na análise. Nesta fase surge representação total do trabalho que torna possível o estudo do problema de forma específica e permite a consolidação final do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHOO. C. W. A Organização do Conhecimento: Como as Organizações Usam a Informação Para Criar Significado, Construir Conhecimento e Tomar Decisões. Editora Senac São Paulo. São Paulo. 2003.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PLATT, Washington. A Produção de Informações Estratégicas. Biblioteca do Exército Editora. Rio de Janeiro. 1974. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-8228898785850799670?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/8228898785850799670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=8228898785850799670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/8228898785850799670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/8228898785850799670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2009/11/as-fases-de-pensamento-na-analise-de.html' title='AS FASES DE PENSAMENTO NA ANALISE DE INFORMAÇÕES'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/Sw2MPxu-WMI/AAAAAAAAAHM/VNuw6pkKP6w/s72-c/sinapse.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-2399267778937283621</id><published>2009-11-13T19:40:00.003-02:00</published><updated>2009-11-13T19:45:13.041-02:00</updated><title type='text'>A ATIVIDADE DE ANÁLISE POLICIAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Peterson (2005) o trabalho policial moderno está em constante mudança de métodos. Criminosos têm acesso a tecnologia avançada e desenvolvem novas ações com apuro extremo e planejamento dos crimes. Para emparelhar o passo com a sofisticação dos crimes, o trabalho investigativo precisa avançar no aperfeiçoamento de técnicas e aprimoramento do quadro de especialidades, considerado neste aspecto, o papel fundamental de analistas que usam tecnologias de análise de informações para resolver situações complexas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Prossegue o autor dizendo que nos últimos 35 anos, a função de analistas foi estendida para apoiar investigações direcionadas para homicídio, fraude, narcóticos, vício, lavagem de dinheiro e crimes ambientais como também apoiando muitas outras atividades policiais. A análise é ensinada agora não só a analistas, mas também para investigadores, Autoridades Policiais e Promotores de Justiça. Na realidade, mais investigadores são formados para a análise que os próprios analistas, simplesmente, porque há muitos mais investigadores. Esses que se elevam a classe de analistas dizem que as técnicas analíticas são recursos importantes para a validação de informações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O papel do analista é apoiar o processo decisório tomados por dirigentes policiais por meio de técnicas e métodos de produção de informações. Embora o analista propriamente dito, raramente seja responsável pelas decisões, nenhuma parte das operações das polícias deve ser indiferente ao escrutínio do analista. A habilidade de recuperar, analisar, e disseminar eficazmente a informação indica que o analista age como um elemento fundamental em todo o processo decisório. É função do analista recomendar, advogar ações eficazes e definir estratégias baseadas em seu sentido de diagnóstico. O analista não dá ordens ao pessoal operacional, mas decisões tomadas sem levar em conta uma sustentação analítica possivelmente não serão as melhores decisões. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os analistas não devem somente ser proficientes em técnicas estatísticas e na matemática, mas também especialistas em tecnologia. Este profissional deve ter conhecimento sobre a infra-estrutura de bancos de dados, seus processos de armazenamento, recuperação e reutilização de informações. Deve possuir a capacidade de lógica, concentração e raciocínio, bem como uma personalidade e credibilidade para apresentar sua análise a outros com menor compreensão. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/Sv3SMZcg5JI/AAAAAAAAAG0/928vQ43gnH0/s1600-h/complexidade.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/Sv3SMZcg5JI/AAAAAAAAAG0/928vQ43gnH0/s200/complexidade.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;No mundo moderno a facilidade de acesso à informação (intangibilidade) provoca alterações nas relações sociais. Mudanças ocorrem em velocidade exponencial, assim como nas relações ilícitas. O impacto dessas mudanças no crime obrigam as organizações policiais a implementarem infra-estruturas e adotarem métodos monitoração ambiental. Nesse contexto, é importante ressaltar que somente a experiência individual de um investigador, que busca explicar os fenômenos de forma empírica e responder todas as questões não tem trazido muita eficiência. Daí a necessidade das organizações desenvolverem estruturas tecnológicas e, pela atividade de Inteligência, potencializar a capacidade da organização em solucionar problemas e realizar diagnósticos de forma mais contextual. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O campo da análise do crime ficou fortalecido com a aplicação da Tecnologia da Informação e os demais recursos eletrônicos capazes de capturar, armazenar e recuperar quantidade volumosa de dados que infinitamente são maiores que uma década atrás. Atualmente existem métodos e técnicas para permitir a visualização de delitos em gráficos e diagramas que facilitam a compreensão da complexidade de relações ilícitas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Por causa de limites na capacidade mental humana, a mente não pode lidar diretamente com a complexidade do mundo. Ao invés disso, nós construímos um modelo mental simplificado de realidade e, então, trabalhamos com este modelo. Comportamo-nos racionalmente dentro dos confins de nosso modelo, porém, ele nem sempre se adapta bem às necessidade do mundo real. Carlos Tholt. Decida com Inteligência. Editora Thesaurus.2006&lt;/span&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A análise de informações constitui uma atividade altamente indispensável na área de Inteligência Policial e cada vez mais as situações complexas, exigem produção analítica durante a investigação. Uma informação isolada pouco significa se não estiver relacionada com outras ou posta em destaque para buscar seu significado verdadeiro. O significado, portanto, é o resultado mais importante que existe numa análise. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na área das previsões, um bom trabalho de análise, com ferramentas especializadas, pode gerar uma previsão de ataques futuros e perfis geográficos. A previsão de ataque futuro busca indicar a posição provável seguinte de um ataque em uma série de crimes. O perfil geográfico busca determinar os prováveis pontos de apoio para as quais um delinqüente se dirigiu a partir das posições que escolheu atuar. Ambas as técnicas têm agora ferramentas e sistemas que podem ser usados para ajudar o analista na execução destas funções. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A análise criminal é uma atividade de auxílio na previsão. A teoria da previsão tem como base um conjunto de premissas que feitas corretamente, permitirão uma previsão mais acertada. Na análise criminal se as premissas forem falsas, o trabalho sairá incorreto, pouco importando quanto exatos sejam os dados e os fatos que considerados. Outra consideração que merece destaque é que o crime pode ser caracterizado como dinâmico e complexo, surgindo de forma instável na sociedade. Porém, visto no que diz respeito à evolução temporal e espacial gera parâmetros significativos e apresenta resultados determinados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Peterson, Marilyn B. An Analytic Approach to Investigations. Department of Law and Public Safety, Trenton, New Jersey. 2005. Disponível em: http://www.policechiefmagazine.org/magazine/index.cfm?fuseaction=display&amp;amp;article_id=766&amp;amp;issue_id=122005. Acesso em: 07/04/2007.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-2399267778937283621?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/2399267778937283621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=2399267778937283621' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/2399267778937283621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/2399267778937283621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2009/11/de-acordo-com-peterson-2005-o-trabalho.html' title='A ATIVIDADE DE ANÁLISE POLICIAL'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/Sv3SMZcg5JI/AAAAAAAAAG0/928vQ43gnH0/s72-c/complexidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-4232750069715072093</id><published>2009-11-06T18:56:00.002-02:00</published><updated>2009-11-12T20:25:01.397-02:00</updated><title type='text'>A LIDERANÇA NUMA ORGANIZAÇÃO POLICIAL MODERNA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os líderes de uma organização policial devem estabelecer estratégias, através das quais, as metas se transformam em resultados e todos seguem com sintonia. Devem definir os valores da organização, sua cultura e seu sistema de recompensas. O dirigente policial precisa conhecer não só sua função, mas a organização como um todo, ou seja, sua finalidade, ambiente e as competências individuais, ressaltando as especialidades e despojado de ambições pessoais. Como se observa, a liderança numa organização policial se apresenta distante da gerência, colocando-se mais como uma questão de amplitude de atuação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Liderança tornou-se uma palavra corrente na linguagem da administração. Os líderes são importantes porque respondem pela eficácia das organizações. O sucesso ou o fracasso de qualquer organização, em grande parte, depende da visão que os liderados têm de seus líderes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Chiavenatto (1999, p.554-560), os líderes devem estar presentes nos níveis institucional, intermediário e operacional das organizações, as quais precisam deles em todas as áreas de atuação. O autor define ainda, a liderança como uma “influência interpessoal exercida em uma dada situação e dirigida através do processo de comunicação humana para a consecução de um ou mais objetivos específicos”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Drucker (1996), no prefácio do livro "O Líder do Futuro", líderes natos podem existir, mas, com certeza, poucos dependerão deles. A liderança deve e pode ser aprendida. Esta constatação motivou uma série de estudos por parte de professores e consultores. Para o autor, o que define o líder é o atendimento a quatro condições básicas de liderança, apresentadas pelos líderes por ele estudado:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. A única definição de líder é alguém que possui seguidores. Algumas pessoas são pensadoras, outras profetas. Os dois papéis são importantes e muito necessários, mas, sem seguidores, não podem existir líderes;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Um líder eficaz não é alguém amado e admirado. É alguém cujos seguidores fazem as coisas certas. Popularidade não é liderança, resultados, sim;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Os líderes são bastante visíveis, portanto, servem de exemplo;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Liderança não quer dizer posição, privilégios, títulos ou dinheiro. Significa responsabilidade. (Drucker, 1996, p. 13)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O autor afirma, ainda, que liderança está em evidência nos meios acadêmicos e organizacionais, e não é, em si, boa ou desejável, mas sim, um meio. Tem pouco a ver com qualidade de liderança ou com carisma. Sua essência é o desempenho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desta forma, a base da liderança eficaz é compreender a missão da organização, defini-la e estabelecê-la de forma clara e visível. O líder fixa metas e prioridades, bem como fixa e mantém os padrões. Os líderes eficazes raramente são permissivos, têm responsabilidade. Outro requisito vital para a liderança eficaz é obter confiança.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De outro modo, não haverá seguidores. Para se confiar num líder não é necessário gostar dele. Nem concordar com ele. Confiança é a convicção de que o líder fala sério. É a crença em sua integridade. As ações de um líder e suas crenças professadas devem ser congruentes, ou ao menos compatíveis. A liderança eficaz não se baseia em ser inteligente; ela se baseia principalmente em ser consistente (Drucker, 1996, p.75).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Completando o pensamento de Drucker, Goldsmith (1996, p. 229), declarou acreditar que: "O líder do passado era uma pessoa que sabia como dizer. O líder do futuro será uma pessoa que saberá como perguntar". O líder precisará envolver, efetivamente, os liderados e obter participação, pois as tarefas serão muito mais complexas e as informações distribuídas de forma muito ampla para que o líder detenha todas as soluções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Scholtes (1998, p.423), “O líder da próxima década e, provavelmente, do próximo século e milênio, deve compreender sistemas e deixar que a consciência de sistemas o informe sobre todos os planos e decisões”. Ou seja, liderar sistemas envolve liderar propósito, tecnologia, relacionamentos, equipes de trabalho, interações e um sistema de liderança.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Covey (1996, p. 159) entende que o líder do futuro será alguém capaz de desenvolver uma cultura ou um sistema de valor baseado em princípios. Além de ser um grande desafio, somente será alcançada por líderes com visão, coragem e humildade para aprender e crescer continuamente. Aprendizado que acontece ouvindo, observando tendências, percebendo e antecipando necessidades do mercado, avaliando sucessos e erros do passado, e observando as lições que a consciência e os princípios ensinam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus,1999.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COVEY, Stephen R. Três funções do líder no novo paradigma. In: HESSELBEIN, F.; GOLDSMITH, M.; BECKHARD, R. O líder do futuro. São Paulo: Futura, 1996.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DRUCKER, Peter F. Administrando para o futuro: os anos 90 e a virada do século. 5. ed. São Paulo: Pioneira, 1996.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DRUCKER, Peter F. Introdução: rumo a nova organização. In: HESSELBEIN, F., GOLDSMITH, M., BECKHARD, R. A organização do futuro. São Paulo: Futura, 1997.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SCHOLTES, Peter R. O Manual do Líder: um guia para inspirar sua equipe e gerenciar o fluxo de trabalho no dia a dia. Rio de Janeiro: Qualitymark Ed., 1998.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-4232750069715072093?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/4232750069715072093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=4232750069715072093' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/4232750069715072093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/4232750069715072093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2009/11/lideranca-numa-organizacao-policial.html' title='A LIDERANÇA NUMA ORGANIZAÇÃO POLICIAL MODERNA'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-743380771536408130</id><published>2009-10-30T13:45:00.002-02:00</published><updated>2009-10-30T13:48:43.724-02:00</updated><title type='text'>SISTEMA DE INTELIGÊNCIA POLICIAL BASEADO NO CÉREBRO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A metáfora do cérebro trata a organização em forma de redes, grupos e sistemas de indivíduos e setores interconectados, construindo uma atividade e fluxo relacional de informações e conhecimento pela integração global. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Morgan (2006) afirma que à medida que entramos numa economia baseada no conhecimento, em que a informação, o conhecimento e o aprendizado são recursos-chave, a inspiração de um cérebro vivo, capaz de aprender, oferece uma imagem poderosa para a criação de organizações ideais, perfeitamente adaptadas aos requisitos da era digital. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Para melhor explicar a metáfora do cérebro nas organizações, o autor faz a associação com a holografia (uma técnica fotográfica que registra em três dimensões qualquer objeto). A holografia usa câmaras sem lentes para registrar informações de uma forma que guarda o todo em cada uma das partes. Um aspecto interessante que aponta é que se a placa holográfica que está gravando a informação quebrar, qualquer pedaço individual pode ser usado para reconstruir a imagem inteira. Prossegue no exemplo dizendo que “tudo está embutido em tudo o mais, como se fossemos capazes de atirar uma pedra numa lagoa e ver a lagoa toda e todas as ondas e gotas d’águas geradas pelo impacto em todas e cada uma das gotas de d’água”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Organizações funcionando como cérebro significa dizer que a informação e o conhecimento estão distribuídos por toda a rede da organização, não existindo nenhum ponto de controle e armazenamento fixo. O armazenamento e o processamento da informação estão em muitas partes ao mesmo tempo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Almeida (1995), fazendo uma analogia entre as organizações e o cérebro, diz que na “nova forma de organização não existe mais controle central de atividades. Cada célula é responsável e tem consciência do que deve fazer e do produto que deve gerar. Como a informação flui facilmente no interior de cada célula, para fora ou para dentro, a rede ou a cadeia como um todo tem condições de se adequar rápida e eficazmente às necessidades”. O fluxo eficaz da informação é o elemento-chave para o sucesso da nova forma de organização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Estudos das teorias da administração incentivam as empresas para um modelo neural, no qual não existe absolutamente coordenação central, como acontece no caso de estruturas hierárquicas. Prossegue Almeida (1995) explicando que no cérebro humano não existe conjunto de neurônios responsável pela coordenação do trabalho dos outros neurônios. Cada neurônio exerce autonomamente sua função a partir dos sinais recebidos e envia sinais para os à sua frente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Hoje, organizações policiais têm excesso de informações em vez de carências. Existe grande quantidade de conteúdos, relatórios de investigação, laudos técnicos, depoimentos, ocorrências, inquéritos, o que obriga o setor de Inteligência a realizar uma tarefa de seleção mental intensa. A Inteligência Policial dispõe de sistemas informatizados que permitem acessar uma ampla variedade de bancos de dados, acesso a um imensurável volume de informações, decorrentes de interceptações e movimentos bancários, sem considerar o vasto material informativo na Internet. Apesar de tudo isso, muitos sentem que estão mal informados. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Os analistas e investigadores freqüentemente suspeitam que o conhecimento que desejam existe em algum lugar. O que lhes falta é uma maneira de acessar o ambiente de conhecimento e identificar os tipos específicos de conhecimento, tanto interna quanto externamente. Nesse contexto, é preciso é criar uma organização em forma de rede de fluxo de conhecimento, e como o resultado deste processo, contribuir para aumentar a capacidade da investigação criminal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Segundo Paldony e Page (1998), uma rede é uma coleção de atores que estabelecem relações de troca de longo prazo, e que ao mesmo tempo, não possuem legitimidade e autoridade para arbitrar e resolver disputas, que podem ocorrer durante a troca. Composta por diferentes atores (pessoas, organizações, empresas etc.) que interagem entre si, a rede possui interações que não se dão em momentos únicos, mas são repetidas ao longo do tempo, configurando um determinado padrão. Esses relacionamentos caracterizam trocas de informações, experiências, recursos etc., ou seja, a cada interação algo é trocado. Os agentes destas trocas mantêm um razoável grau de independência formal entre si. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Comentam que o processo de gestão de conhecimento em organizações, num ambiente em rede, tem dois objetivos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;• Disseminar e distribuir informações e o conhecimento através dos atores que compõem a rede, disponibilizando o conhecimento em todos os pontos da rede onde será utilizada para eficácia do negócio;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;• Permitir um processo colaborativo e integrado para a geração de conhecimento de forma multidimensional para visão do contexto e de forma global por toda a organização. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Princípios da Organização em Rede&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/SusIbkc9TII/AAAAAAAAAGU/36WjOJmkdjQ/s1600-h/Rede+de+intelig%C3%AAncia+organizacional.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/SusIbkc9TII/AAAAAAAAAGU/36WjOJmkdjQ/s320/Rede+de+intelig%C3%AAncia+organizacional.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O fluxo interativo de informações na organização é uma confirmação recíproca do estado de relação de comunicações entre pessoas, grupos e setores que geram significado e conhecimento global. Este sistema pode ser representado pela figura do texto, onde um modelo de organização policial com seus elementos de inteligência interagem como malhas de conexão num ambiente em rede, semelhante a um cérebro com suas propriedades essenciais. Cada nó de interação na rede representa uma unidade policial (neurônio) que gera informações sobre o crime e dissemina o conhecimento novo em tempo real para toda a organização (investigadores ou setores que necessitam da informação). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Para explicar as características do modelo em rede de conhecimento, a metáfora do hipertexto é considerada a fim de confirmar o modo sistêmico de processos e verificar os princípios que configuram uma associação lógica do funcionamento (LEVY, 1993):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;a) &lt;strong&gt;Princípio de Metamorfose&lt;/strong&gt;. A rede está em constante construção e renegociação, pois o fluxo de comunicação favorece seu constante desenvolvimento e estabilidade pela composição e permanente movimento de atores envolvidos; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;b) &lt;strong&gt;Princípio de Heterogeneidade&lt;/strong&gt;. Os nós e conexões da rede são heterogêneos. É composto de varias fontes de informações e conhecimentos e o nível de interação entre todos os componentes e o processo de comunicação não é uniforme;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;c) &lt;strong&gt;Princípio de Multiplicidade&lt;/strong&gt;. A rede se organiza de forma que qualquer conexão pode revelar-se como sendo composto por toda uma rede, e assim por diante, ao longo de uma escala maior. Em efeitos de propagação do conhecimento, gera capacidade de uma Inteligência distribuída por toda a organização;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;d)&lt;strong&gt; Princípio de Exterioridade&lt;/strong&gt;. A rede não possui unidade orgânica. Seu crescimento e diminuição, sua composição e recomposição dependem de fatores indeterminados. Pode haver adição de novos órgãos, interação com outras fontes de conhecimento e conexões com outras redes;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;e)&lt;strong&gt; Princípio de Topologia.&lt;/strong&gt; Tudo funciona por proximidade e conexão. O curso dos acontecimentos e o fluxo de conhecimento ocorrem de forma síncrona. Tudo trafega na rede em conjunto, de acordo com o processo evolutivo da rede como um todo;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;f) &lt;strong&gt;Princípio de Mobilidade dos Centros.&lt;/strong&gt; A rede não tem centro, ou melhor, possui permanentemente diversos centros, onde a informação e o conhecimento percorrem todos os nós, distribuindo ao redor de uma ramificação infinita de pequenas raízes. O centro está em todo o lugar da rede.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;As organizações em rede são geradoras de processos cognitivos (aquelas com potencial de aprender, onde ocorrem processos constitutivos de aquisição de conhecimentos). Ela faz uma operação distribuída da informação, proporcionando uma memória que armazena informações, assimila conhecimento novo adquirido pela organização e disponível para ser recuperada e utilizada em decisões em qualquer ponto. A aprendizagem vem por consequencia, capacitando pessoas e setores a compreender e agir eficazmente com inovação de procedimentos. Na forma de conexões entre um grande número de elementos, a comunicação operacionaliza a função de executar a soma das entradas e saídas, além de executar uma conversão do conhecimento. Assim a rede se apresenta como um modelo semelhante a um cérebro e a suas interconexões, com funções de processamento do conhecimento na organização, aumentando o raciocínio (capacidade de resposta) para os problemas de ordem funcional e no ambiente em que atua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;ALMEIDA, F. C. Novo Modelo Organizacional Baseado no Cérebro Humano. Revista de Administração. São Paulo. V30, n.1, p.46-56, janeiro/março. 1995.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;LEVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: O Futuro do Pensamento na Era da Informática. Editora 34. 13ª Edição em 2004. São Paulo. 1993.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;MORGAN, G. Imagens da Organização. Editora Atlas. São Paulo. 2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;PALDONY e PAGE, 1988, Annual Review Sociology, 24, pp. 57-76, 1998. Disponível em: http://www.embsig.gpi.ufrj.br/pdfs/artigos/. Acesso em 17/10/2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-743380771536408130?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/743380771536408130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=743380771536408130' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/743380771536408130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/743380771536408130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2009/10/sistema-de-inteligencia-policial.html' title='SISTEMA DE INTELIGÊNCIA POLICIAL BASEADO NO CÉREBRO'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/SusIbkc9TII/AAAAAAAAAGU/36WjOJmkdjQ/s72-c/Rede+de+intelig%C3%AAncia+organizacional.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-8464930894932583695</id><published>2009-10-19T14:11:00.009-02:00</published><updated>2009-10-30T13:49:58.038-02:00</updated><title type='text'>ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA POLICIAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ao pensarmos em Atividade de Inteligência (AI) na organização policial remetemo-nos imediatamente à idéia de capacidade de monitorar informações do ambiente para responder aos problemas, desafios e oportunidades que se apresentam continuamente. Por meio de um conjunto de procedimentos analíticos, operacionais e sistemáticos a AI gera um processo contínuo de produção do conhecimento, e, pode-se dizer, que este produto visa principalmente auxiliar a proposição de políticas, a formulação de estratégias e a visualização da complexidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O crime é um fenômeno complexo e está em constante mudança. A eficiência, a rapidez dos sistemas de comunicação, transportes e o acesso à informação, são condições que facilitam a atuação dos criminosos. Estes fatores vêm modificando a estrutura do crime,&amp;nbsp;na sua acepção mais contextual, de várias relações e funções de diversos grupos, cujas junções, engrenagens e interligação de inúmeros delitos, caracterizam por si só, um quadro de complexidade, e conseqüentemente demanda uma compreensão diferenciada daquela comumente observada por processos ordinários de cognição policial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/Sty73pCCyDI/AAAAAAAAAF0/Scta5ZZbsE4/s1600-h/Inteligencia.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394393018264635442" src="http://3.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/Sty73pCCyDI/AAAAAAAAAF0/Scta5ZZbsE4/s320/Inteligencia.jpg" style="cursor: hand; float: right; height: 191px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 217px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse sentido, cabe dizer, que o setor Inteligência Policial não é um aglomerado de experts, mas sim, um conjunto de profissionais que desenvolvem ações especializadas com uso de ferramentas sofisticadas. Atualmente, a tecnologia de Análise Vínculos (i2) e os processos de apreciação, com potencial analítico temporal e espacial dos fenômenos, são aspectos que confirmam a AI policial como uma área essencial. É possível afirmar ainda que a AI tem como objetivo principal gerar inovação e minerar informações para a organização atuar na dinâmica dos fatos, considerando neste aspecto, o conjunto de condições materiais, culturais, psicológicas e morais que envolvem a sociedade atual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A&amp;nbsp;Atividade de Inteligência tem que estar na mente dos&amp;nbsp;gestores da organização policial, assim como a habilidade de administrar (trabalhar) a informação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A importância da informação para as organizações policiais é evidente e constitui a sua mais primordial&amp;nbsp; matéria prima,&amp;nbsp;cuja gestão eficiente está diretamente relacionada ao sucesso. A informação também é considerada por muitas organizações, um fator estruturante, portanto, requer a percepção objetiva dos elementos essenciais que compõe sua organização: estrutura, (tecnologia, pessoal e rede); processo de distribuição (visão global dos segmentos, interatividade e integração); e produto (capacidade de resposta e produção em tempo real).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O AI como gestão da informação, é estratégica, ao proporcionar um processo de assimilação e acomodação do sistema, é dinâmica, devido sua atuação direta no diagnóstico das mudanças do ambiente e, é sistêmica, quando seu produto se propaga pela organização e provoca ajuste nas ações e aprendizagem coletiva nos métodos de produção do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Finalmente a AI na organização policial favorece um comportamento adaptativo dos componentes quando alteram ou modificam procedimentos necessários para redirecionar ações, e, impulsiona a ação organizacional para a atualização de processos, diante da necessidade de adaptação às mudanças, complexidade e sofisticação do mundo. A Inteligência Policial é uma área que precisa estar em constante evolução, receber contínuos investimentos e dotado de recursos humanos especializados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-8464930894932583695?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/8464930894932583695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=8464930894932583695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/8464930894932583695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/8464930894932583695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2009/10/atividade-de-inteligencia-policial.html' title='ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA POLICIAL'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/Sty73pCCyDI/AAAAAAAAAF0/Scta5ZZbsE4/s72-c/Inteligencia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-7648330703657174631</id><published>2009-10-01T18:26:00.003-03:00</published><updated>2009-10-07T12:45:07.024-03:00</updated><title type='text'>TECNOLOGIA PARA A GESTÃO POLICIAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;WEILL e ROSS (2006) explicam que implementações de Tecnologia da Informação (TI) envolvem investimentos imediatos e continuados, em busca de resultados que ninguém pode prever com certeza. Essas incertezas e complexidade fazem muitos administradores renunciarem à responsabilidade por garantir que seu pessoal utilize com eficiência a Tecnologia da Informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prosseguem dizendo que, por muitos anos, certas organizações conseguiram prosperar a despeito de suas práticas deficientes na administração de Tecnologia da Informação. Mas a informação e conseqüentemente a TI são elementos cada vez estratégicos nos produtos e serviços organizacionais e a base cultural dos processos numa instituição. O elo íntimo entre TI e processos organizacionais implica que a unidade de TI não pode ser a única nem a principal área responsável pelo uso efetivo da informação e da Tecnologia da Informação. Extrair maior valor da TI é uma competência organizacional de importância crescente. Todos os líderes de uma instituição precisam compreender isso e desenvolver essa competência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não poderia ser diferente na Segurança Pública. A gestão, integração e a difusão de informação ou conhecimento talvez sejam os aspectos mais importantes a serem discutidos. Infelizmente poucas ações nesta área se desenvolvem. Ainda que organizações não tenham efetivamente definido estratégias para uma melhor integração dos repositórios e sistemas dispersos nos segmentos da Segurança Pública (preservando os silos informacionais), dando ainda maior importância para uma integração operacional, evidentemente isto se revela um imenso problema a ser resolvido. Muito deve ser provido para a implementação de sistemas informacionais nos órgãos policiais, além de processos e soluções de interoperabilidade que geralmente provocam rupturas de ordem conceitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistemas para a gestão da informação são importantes. Administrar, compartilhar e distribuir o conhecimento é um aspecto estratégico para organizações policiais modernas. Diante do quadro da complexidade do ambiente social (criminalidade), os administradores (Delegados e Oficiais) precisam reconhecer o valor do conhecimento e do uso pertinente. Muitos ainda precisam compreender que ter o conhecimento e não fazer uso, não traz nenhum benefício para a organização. O conhecimento não está apenas nos documentos, nas bases de dados e nos sistemas, mas também nos processos, nas práticas dos grupos e nas experiências individuais adquiridas por policiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NONAKA &amp;amp; TAKEUCHI (1997) explicam que conhecimento está essencialmente relacionado à ação humana. O conhecimento é criado por indivíduos e é um processo organizacional de criação, conforme a dimensão ampla e fundamental. Numa dimensão epistemológica, há uma distinção entre conhecimento tácito e conhecimento explícito. O conhecimento tácito é pessoal, inerente ao contexto e as experiências individuais, incluído os elementos cognitivos, chamados de modelos mentais, incluindo know-how, técnicas e habilidades. O conhecimento explícito lida com acontecimentos passados ou objetos, descritos em manuais, registros, bancos de dados, criados seqüencialmente pela atividade digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituições policiais que possuem estratégias de avanço contínuo devem proporcionar um ambiente onde haja criação contínua de conhecimentos, inovação e modificação de comportamentos (cultura). O processo de conversão e distribuição da informação na atividade policial proporciona uma condição de acessibilidade e aprendizagem coletiva. Neste contexto áreas de tecnologia devem assegurar que sistemas e programas apropriados sejam colocados de forma a maximizar a sua utilização, que contenham interfaces interativas, com informações dinâmicas e sua propagação em tempo real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação é a matéria-prima mais importante da atividade policial. Isso costumava ser verdadeiro para um número reduzido de pessoas. Hoje é assimilado pela maioria delas e consiste na necessidade de todos, em obtê-la e interpretá-la, e partir dela, gerar conhecimento, desenvolver planejamento, compreender o fenômeno criminal, e proporcionar aprendizagem constante na organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STEWART (1998) descreve que a tecnologia, informação e o conhecimento são as armas termonucleares competitivas de nossa era. O conhecimento é mais valioso do que os recursos naturais, grandes indústrias ou polpudas contas bancárias. Mais valioso que os ativos físicos ou financeiros da organização é o capital intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Define o autor que o capital intelectual é a soma do conhecimento de todos em uma empresa. O capital intelectual é intangível e constitui uma matéria intelectual (conhecimento, informação, propriedade intelectual, experiência) que pode ser utilizada para gerar potência para a organização. É a capacidade mental coletiva que deve ser distribuída (inteligência distribuída).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tecnologias úteis para a gestão do conhecimento na segurança pública são aquelas que proporcionam a integração das Instituições e dos profissionais, que facilitam a eliminação de fronteiras e antagonismos entre unidades de um mesmo sistema orgânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve os segmentos de segurança pública deverão desenvolver empreendimentos focados na incorporação processos continuados de gestão administrativa, conhecimento e tecnologia da informação de forma integrada. São projetos para o desempenho glogal das instituições, como um ecosistema composto de tecnologias: KMAI (Knowledge Management with Artificial Intelligence) de gestão do conhecimento com uso da Inteligência Artificial (IA) que contém recursos e ferramentas de busca e monitoramento de argumentos estruturados e não estruturados; mineração de dados (DataMining) de forma dinâmica e em tempo real; padronização de processos, integração de dados e compartilhamento de informações (DataWarehouse), mineração de textos (TextMining) para busca e coleta de argumentos em fontes abertas; e processamento analítico de informações (OLAP) com análise gráfica interativa, multidimensional e estatística, contemplando inovações de representação de conhecimentos em diagramas ou medidores digitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sistema com tecnologia KMAI realiza a busca e coleta de informações em diversas fontes, incluindo fontes abertas, consolidando-as e auxiliando toda a atividade policial transformando-se num poderoso instrumento gestão policial como se fosse um cérebro da organização policial. Seus usuários são os tomadores de decisão (nível tático e estratégico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta metáfora pode ser percebida em projeto pioneiro apresentado à Segurança Pública do Distrito Federal, chamado Mi2 (management of the information nível 2) desenvolvido pela &lt;a href="http://www.trgroup.com.br/"&gt;http://www.trgroup.com.br/&lt;/a&gt; que prevê o desenvolvimento de uma plataforma tecnológica em rede multidimensional para a distribuição da informação consolidada para tomadores de decisão gerando conhecimento novo na organização em tempo real por meio de painéis gráficos dinâmicos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A característica fundamental do MI2 está no processo de transformação das informações em conhecimento, por meio de monitoração ambiental, devido à interligação de inúmeros sensores que capturam uma multiplicidade de informações ao mesmo tempo. O Mi2 possui abrangência em razão do uso tecnologias de ponta e desenvolvimento de aplicativos sofisticados; contém rotinas de controle de acessos e auditoria; integração com sistemas coorporativos internos e externos e qualquer tipo de banco de dados; acompanhamento on-line de fatos e situações que ocorrem no ambiente; automação de processos (eliminação de processos de entrada de dados redundantes e aumento da qualidade dos dados introduzidos com redução dos custos e melhoria da capacidade de resposta interna ou externa da organização); é personalizavel e escalonável; contempla evolução e transferência total de tecnologia e códigos-fonte; é um sistema com característica multidimensional podendo ser distribuído e ampliando para outras necessidades de gestão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O principal objetivo do Mi2 é possibilitar a gestão da organização policial com o alinhamento da estratégia com todas as atividades operacionais, alcançado pelas seguintes ações: a) visão gráfica em painel em tempo real dos acontecimentos no ambiente interno e externo; b) comunicação interativa para mensagens, despachos, ordens e traçar objetivos e medidas operacionais; c) estabelecer metas, acompanhar os resultados e medir produtividade; d) gerar relatórios visuais customizáveis; e) implementar um sistema de conversão de conhecimento por meio de feedback interno; f) promover Inteligência Organizacional com a implementação de processos de aprendizagem, memória, comunicação, cognição e raciocinio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;NONAKA, Ikujiro &amp;amp; TAKEUCHI, Hirotaka, Criação de Conhecimento na Empresa: Como as Empresas Japonesas Geram a Dinâmica da Inovação, Editora Campus, p.64, 1997. p. 64.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STEWART, Thomas, A. Capital Intelectual: A Nova Vantagem Competitiva das Empresas. Prefácio. Elsevier Editora Ltda. Rio de Janeiro. 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WEILL, P. e ROSS, J.W. Governança de Tecnologia da Informação. Editora M.Books do Brasil Ltda. Original em Havard Business School Publishing. São Paulo. 2006.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-7648330703657174631?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/7648330703657174631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=7648330703657174631' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/7648330703657174631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/7648330703657174631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2009/10/tecnologia-para-gestao-policial.html' title='TECNOLOGIA PARA A GESTÃO POLICIAL'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-6000955299301526222</id><published>2009-09-11T14:51:00.000-03:00</published><updated>2009-09-11T14:52:19.483-03:00</updated><title type='text'>MÉTODO DE PRODUÇÃO DE INFORMAÇÕES DE PLATT (1974)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;.&lt;br /&gt;As tarefas básicas de produção de informações são parecidas com o método científico, ou seja, contempla as fases de coleta de dados, formulação de hipóteses, verificação, interpretação e conclusões. Tudo deve estar baseado nos aspectos examinados, os quais, inclusive podem ser utilizados como fontes de previsão.&lt;br /&gt;De acordo com PLATT (1974) a experiência, desempenha papel importante na coleta de dados e na verificação das hipóteses. Neste sentido, um bom analista de inteligência policial deve ter vivência profissional e conhecer todos os processos da investigação criminal, propiciando um melhor entendimento durante a avaliação de dados e informações submetidas à análise.&lt;br /&gt;Valendo-se da técnica de classificação de PLATT (1974)  a produção de informações percorre seis fases principais:&lt;br /&gt;1ª Fase – Levantamento Geral. É a prospecção completa do problema ou situação, incluindo a indicação de pessoal e das fontes disponíveis. A compreensão total sobre o assunto,  discernimento e o senso da verdade real exerce influência poderosa no sucesso desta fase.&lt;br /&gt;2ª Fase – Definição do Objeto. É essencial uma definição e explicação do que se quer com a informação, inclusive para a aplicação de termos e conceitos para evidenciar os objetivos  e o significado da informação.&lt;br /&gt;3ª Fase – Busca de Informações. Muitos dados e informações estão disponíveis, contudo, outros têm que ser buscados por meio de operações de recrutamento, colaboradores e solicitações para outros segmentos. &lt;br /&gt;4ª Fase – Interpretação das Informações. É o processamento mental do analista e o estudo a ser realizado. Inclui a avaliação, classificação, análise e interpretação do volume de informações disponíveis e sua transformação em conteúdos com significado, aproveitando-se de gráficos e quadros estatísticos.&lt;br /&gt;5ª Fase – Formulação de Hipóteses. Durante a fase de interpretação, quando há uma incubação de informações, respostas possíveis devem são formuladas e testadas experimentadas. A formulação de hipóteses é uma operação intelectual e refere-se à concentração dos analistas na lógica (técnicas de avaliação de conteúdos), coerência total dos dados sem se sobrecarregar com fatos isolados e na aplicação individual ou coletiva de experiências acumuladas e especialização em determinados assuntos.&lt;br /&gt;6ª Fase - Conclusão. Esta fase compreende as investigações destinadas a provar ou reprovar as hipóteses estabelecidas e a elaboração do conteúdo final que forma o documento relatório de informação.&lt;br /&gt;7ª Fase – Apresentação. É a elaboração do relatório final. O texto deve conter idéias e afirmações claras, com a certeza que merece cada expressão, visando o entendimento completo pelo usuário do conteúdo, ou tomador de decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PLATT, Washington. A Produção de Informações Estratégicas. Biblioteca do Exército Editora.  Rio de Janeiro. 1974.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-6000955299301526222?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/6000955299301526222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=6000955299301526222' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/6000955299301526222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/6000955299301526222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2009/09/metodo-de-producao-de-informacoes-de.html' title='MÉTODO DE PRODUÇÃO DE INFORMAÇÕES DE PLATT (1974)'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-1434943441766849044</id><published>2009-08-24T19:35:00.001-03:00</published><updated>2009-08-24T19:36:20.918-03:00</updated><title type='text'>REDE DE INFORMAÇÕES POLICIAIS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje, organizações policiais têm excesso de informações em vez de carências. Imenso repositório de informações e conteúdos arquivados, relatórios de investigação, laudos técnicos, depoimentos, ocorrências, inquéritos, o que obriga o setor de Inteligência a realizar uma tarefa de seleção mental intensa. A Inteligência Policial dispõe de sistemas informatizados que permitem acessar uma ampla variedade de bancos de dados, acesso a um imensurável volume de informações, decorrentes de interceptações e movimentos bancários, sem considerar o vasto material informativo na Internet. Apesar de tudo isso, muitos sentem que estão mal informados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os analistas e investigadores freqüentemente suspeitam que o conhecimento que desejam existe em algum lugar. O que lhes falta é uma maneira de acessar o ambiente de conhecimento e identificar os tipos específicos de conhecimento, tanto interna quanto externamente. Nesse contexto, é preciso é criar uma organização em forma de rede de fluxo de conhecimento, e como o resultado deste processo, contribuir para aumentar a capacidade da investigação criminal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma estrutura em rede significa que seus integrantes se ligam horizontalmente a todos os demais, diretamente ou através dos que os cercam. O conjunto resultante é como uma malha de múltiplos fios, que pode se espalhar indefinidamente para todos os lados, sem que nenhum dos seus nós possa ser considerado principal ou representante dos demais. Pode-se dizer que no trabalho em rede não há um centro, o que há é uma equipe trabalhando com uma vontade coletiva de realizar determinado objetivo (FERNANDES 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Paldony e Page (1998), uma rede é uma coleção de atores que estabelecem relações de troca de longo prazo, e que ao mesmo tempo, não possuem legitimidade e autoridade para arbitrar e resolver disputas, que podem ocorrer durante a troca. Composta por diferentes atores (pessoas, organizações, empresas etc.) que interagem entre si, a rede possui interações que não se dão em momentos únicos, mas são repetidas ao longo do tempo, configurando um determinado padrão. Esses relacionamentos caracterizam trocas de informações, experiências, recursos etc., ou seja, a cada interação algo é trocado. Os agentes destas trocas mantêm um razoável grau de independência formal entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de gestão de conhecimento em organizações, num ambiente em rede, tem dois objetivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disseminar e distribuir informações e o conhecimento através dos atores que compõem a rede, disponibilizando o conhecimento em todos os pontos da rede onde será utilizada em tempo real na investigação;&lt;br /&gt;Permitir um processo colaborativo e integrado para a geração de conhecimento de forma multidimensional com visão de contexto e de forma global por toda a organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O funcionamento de organizações policiais em rede está além da capacidade de transmissão física tecnológica de informações. O foco principal é a conexão e a comunicação entre pessoas, grupos de pessoas e setores da organização, configurando também uma rede social integrada, produzindo a informação e o conhecimento de forma sistêmica. Não é uma estrutura fixa hierarquizada. Todos os componentes da organização estão entrelaçados por meio de processos sistêmicos e princípios que realizam uma configuração interativa para constituir um ambiente de contatos como verdadeiros neurônios, onde ocorre a transmissão e impulsos de uma célula para outra, gerando comunicação, cognição, memória, aprendizagem e raciocínio na organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FERNANDES, Karina, Ribeiro. Constituição de redes organizacionais como nova forma de gestão das organizações do terceiro setor. 2004. Disponível em: &lt;a href="http://www.inca.gov.br/rede/documentos/const_redes_org_terceiro_setor.pdf"&gt;www.inca.gov.br/rede/documentos/const_redes_org_terceiro_setor.pdf&lt;/a&gt;. Acesso em: 22/10/2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALDONY e PAGE, 1988, Annual Review Sociology, 24, pp. 57-76, 1998. Disponível em: http://www.embsig.gpi.ufrj.br/pdfs/artigos/. Acesso em 17/10/2006.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-1434943441766849044?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/1434943441766849044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=1434943441766849044' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/1434943441766849044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/1434943441766849044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2009/08/rede-de-informacoes-policiais.html' title='REDE DE INFORMAÇÕES POLICIAIS'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-3930359163933370571</id><published>2009-08-11T15:29:00.001-03:00</published><updated>2009-08-11T15:50:13.193-03:00</updated><title type='text'>A COGNIÇÃO POLICIAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cognição é o elemento propulsor da organização na implementação de processos sistêmicos e continuados de coleta da informação, considerando neste aspecto a aplicação de tecnologia da informação que facilita a interpretação e a construção do conhecimento. Prosbst, Raub e Kai (2002)&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3334275500637729817#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; apontam que, ao contrário de fazer distinções nítidas entre dados, informações e conhecimento, pode ser mais útil colocá-los em uma série contínua, com os dados em uma extremidade e o conhecimento na outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim é que sinais esparsos de dados e informações reúnem-se para formar padrões cognitivos sobre os quais as ações podem basear-se. As habilidades e o conhecimento são adquiridos gradualmente, desenvolvendo-se ao longo do tempo e por intermédio de um processo em que somas de informações são reunidas e interpretadas. Tal processo pode ser definido como uma progressão ao longo de um contínuo de dados, passando por informações, elaboração do conhecimento e a Inteligência da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Hayes e Allinson (1994)&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3334275500637729817#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;, a cognição está relacionada à forma como as pessoas adquirem, armazenam interpretam e utilizam o conhecimento. Portanto, cognição é busca, processamento e utilização de informações, que gera um significado efetivo para a organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na atividade investigativa ou preventiva a cognição é um processo mental humano dos profissionais associado à análise e ao processamento da informação para resolução de problemas e tomada de decisão. São processos desenvolvidos pela organização no tocante à busca da verdade real sobre um crime ou um fenômeno, identificação de padrões, tendências, projeções. Pela captação de dados e organização de informações em bancos de memória, realizam diagnósticos e prognósticos, produzindo conhecimento sobre as situações mais complexas do ambiente social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cognição está relacionada aos métodos ou procedimentos envolvidos na organização policial para ser elemento impulsionador de processos sistêmicos e continuados de coleta da informação, análise e síntese, e com a tecnologia da informação, facilitar a construção do conhecimento pertinente na atividade policial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infra-estrutura tecnológica que apóia a estrutura de fontes de informação amplia a capacidade de obtenção da informação, que no contexto mais genérico, significa aumentar a capacidade de gerir informação significativa e construir conhecimento. Isto promove uma visão da organização mais aberta para acesso à informação. A ênfase está na agilidade, rapidez e distribuição. A tecnologia da informação oferece coordenação e ambiente para o envolvimento de pessoas e setores em rede realizando inúmeras funções, que antes, departamentos costumavam fazer apenas poucas funções de forma centralizada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3334275500637729817#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; PROSBST, Gilbert; RAUB, Steffen; KAI, Romhardt. Gestão do Conhecimento: os elementos construtivos do sucesso. Editora Bookman. 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3334275500637729817#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; HAYES, J e ALLINSON, C.W. Cognitive style and its relevance for management practice. British Journal of Management, vol. 5, n.1,p.53-71,1994. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-3930359163933370571?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/3930359163933370571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=3930359163933370571' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/3930359163933370571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/3930359163933370571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2009/08/cognicao-policial.html' title='A COGNIÇÃO POLICIAL'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3334275500637729817.post-3590125129875605366</id><published>2009-05-14T20:03:00.000-03:00</published><updated>2009-05-14T20:04:12.418-03:00</updated><title type='text'>A POLÍCIA FUNCIONANDO COMO CÉREBRO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O axioma de que a facilidade de acesso à informação possibilita a interação face a face entre pessoas nos diversos cantos territoriais permite também afirmar que não existe hoje nada mais distribuído e disseminado do que a informação. Não existe mais um mundo estável, baseado somente em experiências individuais, que busca explicar os fenômenos de forma empírica e responder todas as questões. Daí a necessidade das organizações desenvolverem estruturas tecnológicas e, pela atividade de Inteligência, aumentar a capacidade de solucionar problemas, realizar diagnósticos mais precisos em direção à realidade atual e com visão de contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nova era, fatores determinantes de mudança na sociedade estão associadas à velocidade, conectividade, intangibilidade (Davis, Meyer, 1999) e à complexidade ambiental (Mintzberg, 2003). Esses fatores influenciam no modo de interação das pessoas e na eficiência das organizações. No mesmo sentido, o crime adquire novas características de organização, planejamento, diversificação de atividades, atuação sem limites territoriais, facilidade de comunicação e acesso à informação. Ações criminosas têm se apresentado predominantes à capacidade do Estado, este, temendo mais as conseqüências políticas do que sociais, submetendo as organizações policiais a um confronto desafiador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eficiência e a rapidez dos sistemas de transporte e comunicação facilitam e abrem espaço para um processo que pode ser chamado de globalização do crime. Este fenômeno é caracterizado por vários fatores, entre eles, a evolução tecnológica que abre campo a novos delitos, a dos crimes cibernéticos, cuja atuação transcende os limites territoriais, sem falar dos crimes, efeitos replicadores, decorrentes das ações terroristas no mundo. As organizações criminosas exercem suas atividades sem divisas ou fronteiras, demonstrando poder de articulação, planejamento e sofisticação. O narcotráfico, contrabando, pirataria, crimes financeiros, corrupção, fraudes milionárias são as áreas preferidas, bem como a imensidade de outros delitos que assumem uma condição quase imbatível, causando prejuízo incalculável ao Estado e à sociedade em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais a atividade policial defronta-se com situações complexas, exigindo mais da investigação. Diante desta situação, as organizações buscam e fazem uso da tecnologia da informação, edificando infra-estruturas com o objetivo de obter mais rapidamente informações e busca de significado e conhecimento sobre o crime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fundamental que setores, investigadores e dirigentes de uma organização policial compartilhem conhecimento, identificando tendências, padrões de comportamento, revelando as conexões existentes entre atividades criminosas e realizando investigações de forma mais global. A investigação policial empírica está ruindo, evidenciando a necessidade de novos métodos, com inteligência distribuída, de maneira sistêmica e horizontal, possibilitando a consolidação de informações, oriundas de diversas fontes, num fluxo e transmissão por toda a rede da organização, de modo que todos tenham acesso e com o mesmo objetivo. Na visão de Morgan (2006), uma organização com inspiração de um cérebro vivo é capaz de aprender, ter memória e oferece uma imagem poderosa de organização ideal, perfeitamente adaptada aos requisitos da era digital. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por final podemos afirmar que o desempenho investigativo é aumentado pela Inteligência Organizacional, apoiado na tecnologia e por um modelo organizacional em rede de conhecimento, onde todos os componentes (setores de investigação, agentes, ou grupo de investigadores) são disseminadores de informações e participam do processo de criação do conhecimento, funcionando como se fossem neurônios de um cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Inteligência Organizacional considera a eficácia global da organização, do ponto de visão da sua inteligência total, ou sua habilidade para fazer coisas de um modo inteligente. A Inteligência organizacional pode ser definida como a capacidade da organização para mobilizar toda a capacidade intelectual, e para o foco de capacidade intelectual em alcançar sua missão. Organizações anacrônicas, fortemente burocráticas e hierarquizadas tendem a se derrotar desperdiçando energia humana e falindo na capitalização da inteligência das pessoas. Organizações "inteligentes" tendem a ter sucesso pela multiplicação da inteligência pelas pessoas e num processo colaborativo.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3334275500637729817-3590125129875605366?l=gestaopolicial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/feeds/3590125129875605366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3334275500637729817&amp;postID=3590125129875605366' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/3590125129875605366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3334275500637729817/posts/default/3590125129875605366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://gestaopolicial.blogspot.com/2009/05/policia-funcionando-como-cerebro.html' title='A POLÍCIA FUNCIONANDO COMO CÉREBRO'/><author><name>Celso Moreira Ferro Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04795839244179981144</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_cTKJMbfPeJU/S1cXpfpXAoI/AAAAAAAAAHo/4jA1wBENp70/S220/del-celso-ferro.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
